Primeiro, derrubou o Santos. Depois, o Palmeiras. A Ponte Preta chega à final do Paulistão 2017 muito mais forte do que se imaginava. A prova definitiva se deu no Allianz Parque com 40 mil torcedores e tendo como adversário um time de múltiplos recursos. Não se apequenou em nenhum momento, mesmo com a clara proposta de apenas se defender. Perdeu o jogo por 1 a 0, mas vai decidir o título com o vencedor do confronto Corinthians x São Paulo.
William Pottker tem 23 anos, é casado, tem sete irmãos e sustenta a família inteira com o que ganha no futebol. Está nessa vida de boleiro desde os 11 anos quando procurou um clube para virar jogador profissional.
O milagre da repetição dos gols não se repetiu no Camp Nou. Do outro lado não estava o PSG. Era a Juventus, um time de verdade, a quem o Barcelona teria de vencer por quatro gols de diferença. Não deu. Fortalecida com a vitória por 3 a 0 no jogo de ida, a esquadra italiana não concedeu a mínima chance ao Barça. Sustentou o empate por 0 a 0 como manda a tradição na península e avançou às semifinais da Champions League ao lado do Real Madrid, Atlético de Madrid e o “intruso” Monaco. Por isso, ao final da partida, Neymar, protagonista do histórico 6 a 1, se agachou na grama molhada e chorou.
Corinthians e São Paulo estão fora da Copa do Brasil, antes mesmo das oitavas de final. Caíram de mãos dadas nos confrontos contra Internacional e Cruzeiro nesta quarta-feira. No domingo, decidem vaga à final do Campeonato Paulista no Itaquerão. Vai sobreviver quem assimilar com mais naturalidade o desastre que colheram na segunda competição nacional mais importante do futebol brasileiro. Como venceu o jogo de ida por 2 a 0 no Morumbi, o Corinthians leva vantagem. A favor do São Paulo a boa atuação no Mineirão, um ingrediente a mais a encorajar o time na decisão na casa do adversário.
Rodrigo Caio é um jogador de condomínio, disse uma vez um dirigente do São Paulo Futebol Clube. Referia-se ao jogo simples e ao correto comportamento do, na época, volante promovido dos canteiros do clube. Ele nunca foi viril, nem quando atuou ou atua como zagueiro. É daqueles que antes mesmo de fazer uma falta já pede desculpas ao jogador que vai derrubar. Não bate forte. Prefere assoprar. Quando comete erros, se envergonha. Quando acerta, guarda as glórias no seu íntimo. Nunca deu uma entrevista polêmica, descontando aí a sua juventude. Nem arrumou confusões dentro e fora de campo. Seu perfil é de um bom moço. Em pouco mais de 125 jogos como jogador profissional desde 2011, foi expulso em menos de cinco partidas.

Palmeiras comete um erro quando aceita a premissa de que Copa Libertadores é tradução perfeita de guerra. Ao admitir esse conceito, faz de seus jogos batalhas desnecessárias. Usa a força, ansiedade e muito suor quando poderia se impor pela técnica e alta qualidade de seus jogadores, sem se deixar levar pelo anti-futebol dos adversários. Sofre quando deveria ter prazer. A vitória por 3 a 2 contra o Peñarol, nesta quarta-feira, teve tudo isso e ainda um desgaste absurdo diante da incompetência da arbitragem em todos os sentidos.

Barcelona vai ter de tirar uma diferença de três gols contra a Juventus no Camp Nou para entrar nas semifinais da Champions League. Não é uma tarefa simples. Nem adianta recorrer à virada, remontada como eles dizem na Espanha, em cima do PSG para dizer que sim, é possível.
Campeonato Paulista 2017 chega às semifinais com a Federação Paulista de Futebol faturando e alto e a maioria dos clubes do interior com baixa arrecadação. A notícia mais relevante é que os presidentes dos clubes semifinalistas vão pedir às autoridades ainda nesta terça-feira o fim da torcida única nessa fase decisiva do Paulistão.
Domingo de ansiedade em Itaquera
Sexta-feira de impacto no Pacaembu
Primeiro da fila para receber o título de melhor jogador do mundo no fim dessa temporada, Neymar teve uma recaída neste sábado (08/4). Deixou o Barcelona na mão ao ser expulso no jogo contra o Málaga e pode ficar fora do clássico decisivo contra o Real Madrid daqui a duas semanas. Mais que o prejuízo ao time – derrotado por 2 a 0 –, o cartão vermelho aumenta a polêmica sobre as chuteiras de Neymar. Um caso de suspeitas e desnecessário no momento decisivo dos campeonatos na Europa.

A nova Copa do Mundo com 48 seleções, formatada pelo presidente da Fifa Gianni Infantino, vai ganhar vida em 2026. Ao acrescentar mais 16 países aos 32 participantes do Mundial, a Fifa precisava de atrair candidatos de peso para sediar o evento. Coincidência ou não, uma candidatura tripla ganhou força nesta semana. México, Estados Unidos e Canadá estariam dispostos a bancar a empreitada proposta por Infantino. Três países dividindo a sede do maior evento esportivo do mundo. Nada muito diferente do que já vimos em outras disputas para abrigar uma Copa, quando interesses políticos e financeiros se completam.

“Hoje é dia de celebrar a vida, celebrar o futebol”, disse Jakson Follman, goleiro que teve parte da perna direita amputada após aquele 29 de novembro de 2016 em Medellín. Nas arquibancadas da Arena Condá, lágrimas, consternação, mãos entrelaçadas e apertadas para não deixar a alma escapar.

A pouco mais de dois meses da abertura da Copa das Confederações na Rússia, um atentado no metrô de São Petersburgo sacudiu o país da Copa do Mundo de 2018 nesta segunda-feira (03/4). Até o fim da tarde, o governo russo contava 10 mortes e pelo menos 50 feridos. O ato terrorista, ainda sem confirmação oficial, provocou manifestações de repúdio por parte de chefes de Estado das grandes nações. A Fifa se pronunciou à mídia internacional por e-mail, quase seis horas depois das explosões, dizendo que confia no esquema de segurança da Copa em implantação no país.
São Paulo e Palmeiras, bem diferente do que apresentaram Santos e Corinthians no sábado, encaminharam a vaga às semifinais […]
Difícil acreditar que o Corinthians deu apenas um chute ao gol do Botafogo de Ribeirão Preto. Triste ainda pensar no futebol apagado do derrotado Santos diante da Ponte Preta. Dois grandes com futebol de pequenos na abertura das quartas de final do Paulistão neste sábado, dia da mentira.

A CBF é a maior beneficiada com a reviravolta da Seleção Brasileira, a primeira se classificar no campo ao Mundial da Rússia 2018. Sem mover uma palha, apenas com a troca de Dunga por Tite, a entidade conseguiu amenizar a pressão em cima do presidente Marco Polo Del Nero, renovou contratos de patrocínios, deu um golpe nos clubes e se cacifou para vender amistosos da Seleção por uma fortuna. A Globo, antes crítica da Del Nero diante dos resultados ruins da Seleção, também se acalmou e surfa nos altos índices de audiência nos jogos do Brasil.
