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“Agora tem que sair. Nós vamos dar um jeitinho e construir essa estátua para o Renato Gaúcho ficar contente”  – presidente do Grêmio depois do tri da Libertadores.

Grêmio se junta a Santos e São Paulo na consagração de tricampeão da Copa Libertadores. Conquistou seu terceiro título ao vencer o Lanús na Argentina por 2 a 1. Celebra também Renato Gaúcho, campeão como jogador (em 1983) e treinador (em 2017), o único a conseguir esse feito no futebol brasileiro.

“Vocês viram ali, só vou perguntar para a Conmebol do tal do vídeo. É inadmissível o árbitro estar a três metros do lance e ter que usar vídeo. O Stevie Wonder não precisaria do vídeo para dar pênalti. Por que não foi usado o vídeo? É isso que quero saber da Conmebol. Foi pênalti legítimo. Ali a gente poderia ter ampliado nossa vantagem” – Renato Gaúcho, técnico do Grêmio, ao comentar o jogo Grêmio 1 x 0 Lanús.

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Os clubes finos, de sociedade, como se dizia, estavam diante de um fato consumado. Não se ganhava campeonato só com time de brancos. Um time de brancos, mulatos e pretos era o campeão da cidade. Contra esse time, os times de brancos não tinham podido fazer nada. Desaparecera a vantagem de ser de boa família, de ser estudante, de ser branco. O rapaz de bola família, o estudante, o branco, tinha de competir, em igualdade de condições, com o pé-rapado, quase analfabeto, o mulato e o preto, para ver quem jogava melhor – Mario Filho, no clássico "O Negro No Futebol Brasileiro", na conquista do Vasco, primeiro clube a admitir jogadores negros, do campeonato do Rio de 1923.