oswaldo-de-andrade-corinthians-x-america-mg-16102016_1wraotehtvmw1165rudsdupqwCorinthians ainda tem meios de evitar o desastre nesta temporada de 2016. A única saída é conquistar vaga na Copa Libertadores de 2017, depois da generosa colaboração da Conmebol ao aumentar número de clubes brasileiros na competição. O torneio internacional é garantia de receita extra com cotas de televisão e bônus de premiação. Mais que isso, a certeza de que terá casa cheia no Itaquerão e boas perspectivas de aumentar o faturamento do seu programa de sócio-torcedor. Para que essa equação seja resolvida, o time precisa jogar bola nas três rodadas que restam no Brasileirão. Essa é a encrenca.

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STJD concedeu efeito suspensivo ao Grêmio na punição com perda de mando de campo na final da Copa do Brasil e multa de R$ 30 mil. Clube gaúcho entrou com recurso nesta manhã de quinta-feira (17/11) e conseguiu a primeira vitória contra o tribunal, alvo de uma avalanche de críticas, ridicularizado na mídia, redes sociais e nos bastidores do futebol brasileiro. A punição se deu por casa da “invasão” de Carol Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho, ao campo após encerramento da partida contra o Cruzeiro, pela semifinal da Copa do Brasil.

allianz_parque_030615Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, tem um projeto de compra da arena Allianz Parque, de propriedade da empresa WTorre, conforme contrato assinado com clube com validade por 30 anos. O dirigente, em fim de mandato, procurou parceiros na tentativa de viabilizar o negócio. Sua iniciativa é real, mas esbarra em interesses da empreiteira e não é tão fácil de equacionar o negócio, como Nobre mesmo disse em recentes entrevistas.

20160901195304_57c8b1508f551-1-840x559Gabriel Jesus retribui a Tite a confiança de receber do treinador da Seleção Brasileira a emblemática camisa 9, vestida por alguns mitos do nosso futebol. De seus pés nasceu a sexta vitória consecutiva do escrete sob nova direção. Dessa vez a vítima foi a Seleção Peruana, derrotada por 2 a 0 em Lima. Jesus foi o artífice de um triunfo coletivo como há muito não se via no time do Brasil.

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Argentina estava despedaçada nas Eliminatórias da Copa de 2018. Derrotada pelo Brasil, sem confiança, pagava por seus pecados quando teve de se socorrer a Patón Bauza, treinador de times medianos. Moscou parecida distante, longe do alcance. Havia apenas uma esperança, essa exclusiva dos argentinos. Apenas eles têm Lionel Messi. E isso diz tudo.

Personagens do Brasileirão 2016 – perfil (3)
Meio-campista pulou do Audax ao Palmeiras, não se intimidou e não chama atenção dos catedráticos do futebol. Azar deles

SÃO PAULO 23/10/2016 PALMEIRAS X SPORT RECIFE CAMPEONATO BRASILEIRO  2016

Tchê Tchê chama-se Danilo. Nesse negócio de futebol globalizado, em que jogadores têm de ter nome e sobrenome ou dois nomes, esse sujeitinho, com cara de menino sem medo, não quer ser reconhecido pelo RG. Prefere seguir sua carreira como foi batizado num campo de futebol. Nem importa se agora é do Palmeiras e um dia saiu do Audax. Até porque na hora de pesquisar se ele joga bola, como poucos, ninguém vai se lembrar se é Tchê Tchê ou Danilo. Vai guardar na mente como esse jogador pequenininho vira um gigante diante de todos adversários e arrebata multidões de torcedores.

tacabrasileiraoTorcedor de poltrona aplaudiu o novo calendário futebol brasileiro, divulgado pela CBF nesta segunda-feira (14/11). Sem gastar com ingressos, terá na televisão na sua sala três competições quase simultâneas, de fevereiro a dezembro de 2017. Jogos que não acabam mais alojados no Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores e Copa do Brasil. De lambuja, ainda poderá acompanhar os Estaduais (de fevereiro a maio), Copas Sul-Americana, Verde e do Nordeste.

Enquanto a TV distribui as cartas, o distinto cidadão da poltrona enche a geladeira de cerveja e os clubes são obrigados a engordar seus elencos de jogadores para suportar a maratona de jogos. Quem não tiver orçamento de peso, vai ficar no meio do caminho.

62636035_topshotargentina27s-lionel-messi-gestures-as-players-of-brazil-celebrate-neymar27s-goal-duLionel Messi, discreto como um monge, está nas manchetes mais uma vez. Na mídia da Espanha se discute a renovação de seu contrato com o Barcelona – vence em 2018 -, em contrapartida com novo acordo entre Cristiano Ronaldo e Real Madrid. Na Argentina, e por tabela, na América do Sul, a pressão em cima do craque ressurge coma delicada situação da sua seleção nas Eliminatórias da Copa de 2018. Messi está com uma tonelada nas costas. Resta saber como vai reagir.

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Alô, mãe, olha nós aqui na Seleção Brasileira

Tite tem como patente nos clubes que dirigiu o rigor defensivo. Seus times marcavam muito, eram equilibrados, mas ferroavam pouco na hora de balançar a rede. Já foi chamado até de “empaTite”. Quando resolveu beber na fonte do futebol europeu, em estágios e estudos com treinadores consagrados no continente, percebeu que deveria valorizar mais o ataque. Na volta ao Corinthians, em 2015, deu sinais dessa, digamos, ousadia. Na Seleção Brasileira fez o que Dunga não havia imaginado: reunir atacantes rápidos, envolventes e talentosos e, de preferência, jovens. Então descobriu o tridente Philippe Coutinho-Gabriel Jesus-Neymar, o CJN.

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Atuação uniforme consolida o estilo Tite de governar um time. Nenhum jogador levou nota baixa na vitória com certa folga contra o time de Lionel Messi, anulado no Mineirão. Neymar, como sempre, destoou. Coutinho e Paulinho também convenceram com futebol de primeira linha. Seleção Brasileira cresce e já está bem perto da Rússia 2018.

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Seleção Brasileira resgatou sua identidade com uma vitória categórica por 3 a 0 contra Argentina no Mineirão. Quando se enquadra um rival de tradição, de camisa, é sinal de que está no caminho certo. Brasil de Tite se fez presente no momento de dificuldade e se impôs com autoridade ao ser desafiado. Venceu, passou por cima. E jogou os argentinos no abismo – na sexta colocação das Eliminatórias, eles correm risco sério de não ir à Copa do Mundo da Rússia em 2018.

Personagens do Brasileirão 2016 – perfil (2)
Jogador do Vitória, sincero e real nas entrevistas pós-jogo, se transforma em um dos mais bem avaliados atacantes do campeonato

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Marinho não sabe mentir, nem enrolar na entrevistas ao final dos jogos ou mesmo nos intervalos das partidas. Fala como joga, com sinceridade. Sua diferença aos outros jogadores é a simplicidade. Do mesmo jeito que revela sua pureza diante de um microfone, ilude seus marcadores. Dribla como se bebe água e ferroa com chutes precisos. Seria um craque, não fosse algum preconceito e a falta de paciência de treinadores e dirigentes a adotar, até aqui, o mais inocente e lúcido dos jogadores deste Brasileirão 2016.

Seleção Brasileira volta ao Mineirão do 7 a 1 com outra cara no duelo contra rival Argentina. Craque […]

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Quando Marcos pediu arrego no Palmeiras, cheio de dores espalhadas por seu corpo, tirou as luvas e guardou tudo num armário. Era unânime o fim de sua carreira. Futebol seria um instantâneo na sua vida, entre pôsteres na parede, fotos nas redes sociais, idolatria nas ruas, estádios e a glória eterna de campeão do mundo em 2002 com a Seleção Brasileira e santo no Palestra. Com Rogerio Ceni é diferente. O ex-goleiro entende que pode ir mais longe. Já fez tudo o que Marcos fez, falta algo mais. Por isso faz do São Paulo, sua pátria e sua língua, refém de seus desejos.

im-phpEurico Miranda voltou ao comando do Vasco ao vencer a eleição, em novembro de 2014, para o triênio 2015-2016-2017. Naqueles dias, se cantou no Rio e na imensa comunidade cruzmaltina que o clube voltaria aos trilhos. O caudilho, importante nos anos de 1990, daria um jeito na agremiação após desastrosa gestão do ídolo Roberto Dinamite. Eurico não sentava na cadeira de presidente havia mais de seis anos. Passados duas temporadas do seu retorno triunfal, o Vasco foi rebaixado à Série B em 2015 e corre sério risco de não subir à Série A do Brasileirão de 2017.

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CBF vai distribuir uma premiação total de R$ 60 milhões a 16 clubes do Campeonato Brasileiro de 2016 – os quatro rebaixados não têm direito ao bônus. No ano passado, a cota chegou a R$ 35,8 milhões – um crescimento de 67,6%, segundo comunicado oficial da entidade divulgado no início desta noite de terça-feira (08/11). O campeão terá direito a R$ 17 milhões, o vice leva R$ 10,7 milhões. De onde vem o dinheiro? Da TV Globo, é claro. A emissora tem os direitos de transmissão do Brasileirão e contrato com todos dos clubes.

Personagens do Brasileirão 2016 – perfil (1)
Meia do Sport Recife acumula coleção absurda de gols bonitos e se reinventa como um dos destaques e artilheiros do campeonato

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Diego Souza nasceu para fazer gols bonitos. Não importa o clube, momento do time, se a vitória é vital ou não. Sua ambição é destruir a reputação dos goleiros. Bate na bola com raiva e carinho. Muitas vezes sem que a esfera caia na relva. Nesta segunda-feira (07/11), juntou mais dois golaços à coleção de pequenas obras-prima e destruiu o Grêmio em Porto Alegre. E assumiu a artilharia do Brasileirão com 13 gols, ao lado de Fred. Ele é assim. Irado quando perde com erros alheios e comum quando vence, Diego faz do futebol o mesmo que artistas plásticos criam das imagens.

26411418633_7a2551a277_oPalmeiras está no centro da discussão nesta reta final do Brasileirão. Alvo preferido da polêmica de que vai ser campeão, apesar de não jogar um futebol empolgante, bonito de se ver. Ou não tem sido tão brilhante como o Corinthians, dono inconteste da taça em 2015. Alguns colegas jornalistas têm desmentido essa “verdade” comparando números da campanha do Palmeiras de 2016 com os mais recentes campeões desde a implantação dos pontos corridos o Brasileirão em 2003. Este Blog do Prósperi, não afeito à numeralha, vai por outro caminho na tentativa de desmitificar a tese de que o time de Cuca só vai levantar a taça por ser estar um pouquinho acima da mediocridade geral de seus adversários.