
Quando Marcos pediu arrego no Palmeiras, cheio de dores espalhadas por seu corpo, tirou as luvas e guardou tudo num armário. Era unânime o fim de sua carreira. Futebol seria um instantâneo na sua vida, entre pôsteres na parede, fotos nas redes sociais, idolatria nas ruas, estádios e a glória eterna de campeão do mundo em 2002 com a Seleção Brasileira e santo no Palestra. Com Rogerio Ceni é diferente. O ex-goleiro entende que pode ir mais longe. Já fez tudo o que Marcos fez, falta algo mais. Por isso faz do São Paulo, sua pátria e sua língua, refém de seus desejos.

















