
Eduardo Baptista não criou empatia com o Palmeiras e sua torcida. Desde o anúncio da sua contratação, no início de dezembro passado, se percebe a má vontade da maioria dos torcedores com seu estilo de trabalho. Uma espiadela nas redes sociais e se tem a dimensão do estrago. Um pouco assustado com o imediatismo e o tamanho da encrenca a ser resolvida, o treinador, como rege a lei pobre do futebol, teria de reverter com vitórias. Não com uma simples, sem impacto, e sim com uma maiúscula. Daquelas de não deixar dúvidas. E ela se ofereceu no clássico contra o Corinthians. Baptista não aproveitou. Pode ter sido a gota d’água a transbordar o oceano logo ali.














