Futebol brasileiro se despede da temporada 2016 neste domingo. Nas últimas semanas, escancarou nossas mazelas e premiou quem […]

(atualizado em 1º/12 – 17h35) Fernando Carvalho, ex-presidente do Internacional e atual diretor de futebol, disse assim nesta […]

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CBF vai distribuir uma premiação total de R$ 60 milhões a 16 clubes do Campeonato Brasileiro de 2016 – os quatro rebaixados não têm direito ao bônus. No ano passado, a cota chegou a R$ 35,8 milhões – um crescimento de 67,6%, segundo comunicado oficial da entidade divulgado no início desta noite de terça-feira (08/11). O campeão terá direito a R$ 17 milhões, o vice leva R$ 10,7 milhões. De onde vem o dinheiro? Da TV Globo, é claro. A emissora tem os direitos de transmissão do Brasileirão e contrato com todos dos clubes.

30515241620_a55780980f_bSantos pede passagem e manda um duro recado ao líder Palmeiras. Não é para menos. Em situação desfavorável, quando se viu prejudicado pela CBF ao mudar o jogo com a Ponte Preta, de sábado à noite para domingo às 11h, encarou o time de Campinas e venceu de virada por 2 a 1 fora de casa. Resultado que pode ficar na conta do técnico Dorival Júnior ao reinventar o jeito de sua equipe jogar no segundo tempo. A quatro rodadas do fim do Brasileirão, o Santos pede e merece respeito.

 

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CBF altera o jogo Ponte Preta x Santos deste sábado às 21h para domingo às 11h no Estádio Moises Lucarelli. Mudança de última hora atende a um pedido da Polícia Militar de Campinas, que não garantiu a segurança do evento. Tudo isso por causa da final da Série C do Brasileirão entre Boa Esporte e Guarani, às 18h45 deste sábado (05/11), em Ituiutaba-MG. Torcida do Bugre vai se concentrar no Brinco de Ouro para acompanhar a partida em um telão. Como o estádio do Guarani fica perto  (650 metros) da arena da Ponte, a PM pediu arrego temendo confronto entre facções organizadas dos clubes da cidade. E a CBF só acordou nesta sexta-feira (04/11) à noite, véspera da partida do Santos.

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Itaquerão pode ser interditado por causa de um vazamento de 10,1 milhões de litros de água na área de parte do estacionamento da arena do Corinthians. Roberto Andrade, presidente do clube, disse nesta terça-feira que “caso exista qualquer percentual de risco, nós não usaremos o estádio. Isso quem vai atestar é a construtora (Odebrecht)”.

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Presidentes de clubes cobram a CBF apenas em dois casos. Primeiro, quando vão dividir a grana e, segundo, ao se sentirem prejudicados por erros de arbitragem. De resto, alisam as mangas do paletó do presidente para tirar um fiapinho de sujeira e, depois, um beijo na face para selar um acordo. Se esbaldam e deixam a TV, dona dos direitos de transmissão dos jogos, ditar as regras e, mais comum nesses dias obscuros no País, apoiar a truculência das forças de segurança dentro e fora dos estádios. É um recibo da mazela.

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De domingo (23/10) a esta quinta-feira (27/10), dois acontecimentos dentro do Maracanã e do Mineirão alcançam enorme repercussão em todo o Brasil. No Rio, 31 corintianos estão detidos aguardando julgamento por se envolverem em confrontos com a Polícia Militar no estádio símbolo do futebol brasileiro antes do jogo Flamengo x Corinthians. Em Belo Horizonte, se registrou a morte de um torcedor dentro da arena mineira nesta noite de quarta-feira durante a partida Cruzeiro x Grêmio. Episódios de extrema gravidade. A CBF, gestora e dona do poder do futebol no País, ainda não havia se manifestado sobre os incidentes até às 16h15 desta quinta-feira. Um descalabro.

ei-1Detidos no Rio, 31 corintianos foram autuados em flagrante no confronto com a Polícia Militar domingo no Maracanã. Julgamento dos torcedores está previsto para esta terça-feira no Tribunal de Justiça-RJ. Na noite desta segunda-feira, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu o Corinthians por causa dos incidentes. O clube não poderá vender ingressos às torcidas organizadas nas próximas seis rodadas – Setor Norte do Itaquerão, destinado às facções, deverá ficar fechado. Prejuízo financeiro imenso ao Corinthians.

6k7hpd1m7e_37h9hb74i0_fileTite mandou um recado aos jogadores convocados por ele para os dois próximos jogos da Seleção Brasileira – contra Argentina, dia 10/11, e Peru, 15/11, rodada das Eliminatórias da Copa de 2018. “Arrebentem em seus clubes”, disse o treinador. Só assim, jogando muito em seus times, poderão se manter no escrete nacional, de acordo com o técnico. Até aí, nada a acrescentar. O problema é quando você olha a lista dos 24 relacionados por Tite nesta sexta-feira (21/10) e se depara com o nome de Lucas Lima. O meia, em momento ruim no Santos, tem jogado pedrinha.

fla-palmeiras_cesargreco-agpalmeiras-divulgacaoPalmeiras e Flamengo são alvos de ações no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o STJD, a sete rodadas do fim do Brasileirão. Líder e vice-líder correm risco de ver anuladas as vitórias contra Figueirense e Fluminense, que pedem novas partidas com argumento de que foram prejudicados por decisões equivocadas da arbitragem. Campeonato Brasileiro, um dos mais acirrados da década, quem diria, vai parar mais uma vez no Tapetão. Dona dos direitos de transmissão da competição, a TV Globo poderia ter atuado para amenizar a crise.

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TV Globo, CBF e clubes têm uma chance de amenizar a crise da arbitragem no Brasileirão 2016. Basta convocar uma reunião de emergência e, por meio de um decreto assinado por todas as partes, vetar a exibição de tira-teima ou replay de um lance polêmico durante os jogos antes de o árbitro tomar a sua decisão. Dessa forma a tal “interferência externa”, tão explícita na confusão do último Fla-Flu, seria evitada. Sem acesso à imagem do gol impedido de Henrique a favor do Fluminense, ninguém teria como influenciar o árbitro Sandro Meira Ricci e seus bandeirinhas na hora de validar ou não o gol. E, por tabela, evitaria a “troca de tiros” entre cartolas de Palmeiras e Flamengo.

paulo-nobre-concede-entrevista-coletiva-na-academia-de-futebol-1459300072162_956x500.jpgPaulo Nobre, presidente do Palmeiras, disse no final da tarde desta sexta-feira (14/10) que “ninguém vai levar o Campeonato Brasileiro na mão grande” e afirmou que o Flamengo pressiona a arbitragem, CBF e Comissão de Arbitragem para ser beneficiado nos jogos. Nobre falou ainda que a “pressão do Flamengo é absurda” e citou a confusão no clássico carioca quando o juiz Sandro Meira Ricci levou 13 minutos para não validar o gol de Henrique do Fluminense.

201610132300579065-jpg-gdf2v30lg-1Brasileirão 2016, quem diria, vai parar no STJD, o Superior de Tribunal de Justiça Desportiva. Por decisão do presidente do Fluminense, Peter Siemsen, o clube vai pedir na CBF a anulação do clássico contra Flamengo. Dirigente alega que o árbitro Sandro Meira Ricci anulou o gol de empate do Flu, após enorme confusão no campo, por interferência externa ao trio de arbitragem. O recurso será enviado ao STJD ainda nesta sexta-feira (14/10). Flamengo reage e seu presidente Eduardo Bandeira de Melo diz que o clube já perdeu pontos por erros dos apitadores. Pavio do barril de pólvora está aceso.

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Seleção Brasileira não sentiu a falta de Neymar para assumir a liderança das Eliminatórias da Copa de 2018. Sem grandes sustos, derrotou a fraca Venezuela por 2 a 0 em Mérida. Sem o craque, o time fez tudo certo. Tudo bem que sem muito lustro, sem nada de muito especial, de diferente, mas uma vitória consistente que marca a recuperação do escrete desde a chegada de Tite. Quatro jogos, quatro vitórias. E com um alô de Gabriel Jesus, agora com quatro gols em quatro jogos.

Dunga já assinou contrato com Beijing Guoan, clube do meia Renato Augusto e do volante Ralf, e deve […]

 

Presidentes de Palmeiras e Corinthians concederam entrevistas coletivas neste início de noite de terça-feira (04/11). Paulo Nobre, sereno, discorreu sobre a vitória do clube na corte arbitral contra a WTorre na venda de cadeiras do Allianz Parque, da paz política no Palestra e do bom futebol do time de Cuca. Roberto Andrade, um pouco tenso, falou dos problemas financeiros, baixo rendimento do time de Carille e da turbulência política interna. Nobre parecia no céu e Andrade fugindo do purgatório.

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Decisão da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) de aumentar o números de clubes brasileiros na Copa Libertadores de 2017, de 5 para 7, interfere diretamente no atual Brasileirão. O G-4 passa a ser G-6 e vira do avesso o campeonato nacional. Clubes que lutavam para não cair têm agora chance de conquistar uma vaga na competição internacional. É um afronta ao regulamento e chama atenção o interesse dos cartolas em apressar as mudanças.