CBF, enfim, tem um novo secretário-geral, cargo mais importante da entidade abaixo apenas da presidência. O escolhido é […]

Mundial de Clubes com 32 times é promessa de Gianni Infantino, em campanha à reeleição a presidente da Fifa

Ednaldo Rodrigues está disposto a mudar imagem da CBF. Promete transparência total e luta contra racismo no futebol brasileiro.

Guerra de audiência na Copa do Mundo provoca debate no Brasil. Os números de Casimiro x Globo impressionam.

Copa do Mundo Qatar 2022 bate recordes de audiências na TV em todos continentes, aponta relatório oficial da Fifa.

Doha é diferente. Copa do Mundo no deserto, mais ainda. Nem cabe em uma Lâmpada Maravilhosa de um […]

Aplicativo estará disponível para todos os jogadores da Copa do Mundo Qatar 2022. Atletas terão acesso imediato ao seu desempenho (dados e estatísticas) graças aos dados individuais que a Fifa coletará durante os jogos captados por uma centena de câmeras nos estádios.

Sucessão de Tite na Seleção está aberta. Imprensa esportiva, antes muito forte, perde poder na indicação do novo técnico

Fifa anuncia a venda de 2,45 milhões de ingressos da Copa do Mundo Qatar 2022. Países Árabes, América […]

CBF procura um novo presidente com a queda de Rogerio Caboclo neste domingo (06/6). Dois ex-presidentes disputam o […]

Luiz Antônio Prósperi, de Moscou / Rússia Duas semanas depois de o Brasil conhecer seus adversários no sorteio […]

CBF já tem candidato único à sucessão do presidente Marco Polo Del Nero, banido do futebol por 90 […]

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A nova Copa do Mundo com 48 seleções, formatada pelo presidente da Fifa Gianni Infantino, vai ganhar vida em 2026. Ao acrescentar mais 16 países aos 32 participantes do Mundial, a Fifa precisava de atrair candidatos de peso para sediar o evento. Coincidência ou não, uma candidatura tripla ganhou força nesta semana. México, Estados Unidos e Canadá estariam dispostos a bancar a empreitada proposta por Infantino. Três países dividindo a sede do maior evento esportivo do mundo. Nada muito diferente do que já vimos em outras disputas para abrigar uma Copa, quando interesses políticos e financeiros se completam.

Clubes brasileiros perderam o pouco poder que tinham nas decisões da CBF. Perderam por omissão. Sem a participação […]

Quando Raí destruiu o Barcelona em 1992, Zico esfarelou o Liverpool em  1981 e Renato Gaúcho pulverizou o Hamburgo em 1983, e tantos outros chamados de heróis levaram seus times ao título, nenhum torcedor em nenhum canto do planeta estava preocupado se a Fifa reconheceria aquela façanha de campeão do Mundial de Clubes. Vencedores celebravam a conquista, perdedores choravam a derrota. Sul-americanos e europeus, não importa aqui a ordem. Eram sim senhores os campeões do mundo, mesmo que a taça não tivesse o timbre da Fifa, muito menos se o papel frio dos documentos não atestasse a idoneidade do jogo entre clubes da América e da Europa. Ninguém dava a mínima para a Fifa.

Fifa é tradução de dinheiro. Sai presidente, entra presidente e a história não muda. Alguns são afastados por corrupção, outros algemados, uns alijados do poder por embolsar dinheiro alheio. Tudo continua como se nada tivesse acontecido. Nessa ciranda a busca constante por mais grana vem da Copa do Mundo, o maior negócio do esporte de que se tem história. Receitas de uma Copa hoje não ficam abaixo dos R$ 10 bilhões. Por isso a Fifa anunciou nesta terça-feira o inchaço do Mundial de 2026 com 48 seleções – contra 32 que teremos na Rússia em 2018 e no Catar, 202

223_2f08e5ff61fe2012_1024boxFutebol brasileiro perde prestígio na eleição dos melhores do mundo com chancela da Fifa. Desde 2007, quando Kaká levou a Bola de Ouro, nenhum jogador do País desbancou a dupla Cristiano Ronaldo e Messi. Neymar chegou perto em 2015. Acabou na terceira colocação. Minguaram as estrelas. Outro dado interessante se nota na escolha dos 11 jogadores da seleção ideal da temporada. Antes povoada de jogadores do Brasil, hoje emplaca apenas os laterais Daniel Alves e Marcelo.