Barcelona vai ter de tirar uma diferença de três gols contra a Juventus no Camp Nou para entrar nas semifinais da Champions League. Não é uma tarefa simples. Nem adianta recorrer à virada, remontada como eles dizem na Espanha, em cima do PSG para dizer que sim, é possível.
Campeonato Paulista 2017 chega às semifinais com a Federação Paulista de Futebol faturando e alto e a maioria dos clubes do interior com baixa arrecadação. A notícia mais relevante é que os presidentes dos clubes semifinalistas vão pedir às autoridades ainda nesta terça-feira o fim da torcida única nessa fase decisiva do Paulistão.
Primeiro da fila para receber o título de melhor jogador do mundo no fim dessa temporada, Neymar teve uma recaída neste sábado (08/4). Deixou o Barcelona na mão ao ser expulso no jogo contra o Málaga e pode ficar fora do clássico decisivo contra o Real Madrid daqui a duas semanas. Mais que o prejuízo ao time – derrotado por 2 a 0 –, o cartão vermelho aumenta a polêmica sobre as chuteiras de Neymar. Um caso de suspeitas e desnecessário no momento decisivo dos campeonatos na Europa.
A nova Copa do Mundo com 48 seleções, formatada pelo presidente da Fifa Gianni Infantino, vai ganhar vida em 2026. Ao acrescentar mais 16 países aos 32 participantes do Mundial, a Fifa precisava de atrair candidatos de peso para sediar o evento. Coincidência ou não, uma candidatura tripla ganhou força nesta semana. México, Estados Unidos e Canadá estariam dispostos a bancar a empreitada proposta por Infantino. Três países dividindo a sede do maior evento esportivo do mundo. Nada muito diferente do que já vimos em outras disputas para abrigar uma Copa, quando interesses políticos e financeiros se completam.
“Hoje é dia de celebrar a vida, celebrar o futebol”, disse Jakson Follman, goleiro que teve parte da perna direita amputada após aquele 29 de novembro de 2016 em Medellín. Nas arquibancadas da Arena Condá, lágrimas, consternação, mãos entrelaçadas e apertadas para não deixar a alma escapar.
A pouco mais de dois meses da abertura da Copa das Confederações na Rússia, um atentado no metrô de São Petersburgo sacudiu o país da Copa do Mundo de 2018 nesta segunda-feira (03/4). Até o fim da tarde, o governo russo contava 10 mortes e pelo menos 50 feridos. O ato terrorista, ainda sem confirmação oficial, provocou manifestações de repúdio por parte de chefes de Estado das grandes nações. A Fifa se pronunciou à mídia internacional por e-mail, quase seis horas depois das explosões, dizendo que confia no esquema de segurança da Copa em implantação no país.
Difícil acreditar que o Corinthians deu apenas um chute ao gol do Botafogo de Ribeirão Preto. Triste ainda pensar no futebol apagado do derrotado Santos diante da Ponte Preta. Dois grandes com futebol de pequenos na abertura das quartas de final do Paulistão neste sábado, dia da mentira.
A CBF é a maior beneficiada com a reviravolta da Seleção Brasileira, a primeira se classificar no campo ao Mundial da Rússia 2018. Sem mover uma palha, apenas com a troca de Dunga por Tite, a entidade conseguiu amenizar a pressão em cima do presidente Marco Polo Del Nero, renovou contratos de patrocínios, deu um golpe nos clubes e se cacifou para vender amistosos da Seleção por uma fortuna. A Globo, antes crítica da Del Nero diante dos resultados ruins da Seleção, também se acalmou e surfa nos altos índices de audiência nos jogos do Brasil.
Na véspera de enfrentar o Paraguai na Arena Corinthians, jogo para emendar mais alguns recordes no seu cartel na Seleção Brasileira, Neymar ganhou novas manchetes mundo afora. Seu nome apareceu em terceiro lugar na lista dos jogadores mais bem pagos do mundo. Um faturamento estimado em R$ 189 milhões por ano. Atrás de Messi, segundo colocado, com R$ 260 milhões, e de Cristiano Ronaldo, primeiro do ranking, R$ 298 milhões. Seria mais um motivo para se manter calado. Há 244 dias o craque não dava entrevistas, em especial nos dias a serviço da Seleção. E desde março de 2016 não usava a tarja de capitão do Brasil. Nesta segunda-feira (27/3), Neymar resolveu falar. E foi sincero.
Tite já pode arrumar sua mala para embarcar com destino a Moscou em 2018. A goleada por 4 a 1 em cima do Uruguai no estádio Centenário mostra o tamanho da autoridade da Seleção Brasileira reconstruída por Tite. Todos alicerces se edificaram nesse jogo em Montevidéu. Paulinho, resgatado pelo treinador quando estava abandonado desde 2014, deu o acabamento final com três gols. Neymar completou a conta no sétimo triunfo consecutivo do Brasil nas Eliminatórias desde que a CBF teve a feliz ideia de trocar o comando com a saída de Dunga.
Palmeiras está de volta e mostrou que pode muito mais ao despachar o São Paulo por 3 a 0 no Allianz Parque diante de 36 mil torcedores. Em nenhum momento do clássico deixou o adversário respirar. Apresentou bom repertório, obediência tática e um entusiasmo acima do normal. Quanto ao time de Rogerio Ceni, o alarme disparou. O time repetiu a rotina de gols sofridos, exibiu uma penca de volantes na função de meias sem a nenhuma clareza e não teve outra proposta de jogo quando se viu em dificuldade. Posse de bola, como Ceni gosta, não é sinômino de vitórias.
Santos ainda está longe do futebol empolgante e entusiasmado da temporada passada. Na sua estreia na Copa Libertadores, recuperou algumas virtudes, alguns ingredientes do repertório de 2016, mas nada assombroso. Penou no primeiro tempo, mostrou autoridade no segundo e colheu um empate (1 a 1) contra o Sporting Cristal em Lima, nesta quinta-feira (09/3). Da exibição no Peru, fica claro que, nessa toada, não vai brigar pelo título continental. Mas é um sinal de vida diante da turbulência e desconfiança que assolam o clube neste início de temporada.