Cuca disse em entrevista coletiva nesta quarta-feira (04/10) que sua saída do Palmeiras no fim do ano é especulação. Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético-MG e atual prefeito de Belo Horizonte, não se furta a elogiar Cuca, com quem trabalhou na conquista da Libertadores de 2013. Reforçou sua admiração ao técnico na entrevista à ESPN nesta terça-feira.
Corinthians
Dono de 47 pontos, Corinthians fecha primeiro turno sem ninguém no retrovisor. É o rei das estatísticas até aqui. Não se curva dentro e fora de casa. Seu treinador, Fabio Carille, recebe um elogio a cada minuto nas redes sociais e nos intermináveis debates em todos os canais a cabo da televisão. Um assombro. Mas cabe uma crítica.
Corinthians é um time sem segredo. Se defende com minúcias, cada setor tem marcação dobrada. Avança em triangulações nos dois lados do campo, simples. E ferroa no ataque como um escorpião, letal. Não é um modelo inusitado, nem difícil de ser esmiuçado. O problema é como demolir a fortaleza e não levar as picadas.
Quando se assume inferior ao adversário, é preciso levar essa condição do início ao fim do jogo. O São Paulo entendeu que deveria ser pequeno diante do Corinthians no clássico neste domingo. Assumiu essa postura e, no momento que poderia surpreender, pagou caro com erros ridículos de sua trinca de zagueiros Lucão, Maicon e Douglas. Do outro lado, em nenhum momento deixou de ser grande, mesmo com alguma soberba nos últimos dez minutos da partida.
Brasileirão 2017 fecha a quarta rodada com a surpreendente Chapecoense na liderança. Escancara a pressão em treinadores, como Zé Ricardo no Flamengo, sem bons resultados. Aumenta a interrogação em cima de Palmeiras e Atlético-MG, dois candidatos ao título. E reforça o bom momento de Grêmio e Corinthians.
Corinthians e Cruzeiro fecham a terceira rodada do Brasileirão 2017 na ponta da tabela, com sete pontos cada um. São portadores do futebol pragmático. Em um campeonato longo de pontos corridos essa fórmula de vencer na conta do chá tem lá sua valia, mas é cedo para indicar que os dois encontraram a trilha do título. Como também não se pode excomungar Atlético-MG e Palmeiras, até aqui decepcionantes. Muito menos o Santos, cada dia mais esquálido. Cabe ainda apontar o dedo ao São Paulo, de pé com seu treinador aprendiz após duras quedas.
Segunda rodada do Brasileirão 2017 aponta o restabelecimento de algumas hierarquias. Corinthians, por exemplo, volta a se impor com aquele estilo de vitórias econômicas e muita segurança. Grêmio contundente, como aprecia Renato Gaúcho. Santos, mesmo nos braços do goleiro Vanderlei, forte na Vila Belmiro. Fluminense sem medo de ser feliz. E a Chapecoense apresentando sua nova identidade.
Brasileirão 2017 começa neste fim de semana com os clubes vivendo uma situação financeira estável, agraciados com […]
Cuca reassumiu o comando do Palmeiras, após cinco meses de sua saída. Volta para ocupar o lugar que […]
Futebol é carregado de enigmas como nenhum outro esporte. Não fosse assim, não teríamos como contar a história dos confrontos entre Corinthians e São Paulo nas semifinais do Paulistão 2017.
Corinthians e São Paulo estão fora da Copa do Brasil, antes mesmo das oitavas de final. Caíram de mãos dadas nos confrontos contra Internacional e Cruzeiro nesta quarta-feira. No domingo, decidem vaga à final do Campeonato Paulista no Itaquerão. Vai sobreviver quem assimilar com mais naturalidade o desastre que colheram na segunda competição nacional mais importante do futebol brasileiro. Como venceu o jogo de ida por 2 a 0 no Morumbi, o Corinthians leva vantagem. A favor do São Paulo a boa atuação no Mineirão, um ingrediente a mais a encorajar o time na decisão na casa do adversário.
Difícil acreditar que o Corinthians deu apenas um chute ao gol do Botafogo de Ribeirão Preto. Triste ainda pensar no futebol apagado do derrotado Santos diante da Ponte Preta. Dois grandes com futebol de pequenos na abertura das quartas de final do Paulistão neste sábado, dia da mentira.
Tiago Duarte Peixoto, árbitro da trapalhada no clássico entre Corinthians x Palmeiras, vive dias de linchamento moral e profissional. Espicaçado nas redes sociais, programas de televisão e por toda a comunidade do futebol, sofreu uma dura punição da Federação Paulista e não poderá apitar mais nenhum jogo por tempo indeterminado em competições organizadas pela entidade. A CBF também encampou a decisão da FPF e não vai escalar o árbitro em jogos sob a tutela da confederação. Tiago deve passar um ano sem assoprar o apito.

Corinthians não levou adiante o impeachment do presidente Roberto Andrade. Por decisão do seu Conselho Deliberativo, com 183 votos a favor de Andrade e 81 contra, não foi admitida a possibilidade de afastar o dirigente nesta noite de segunda-feira (20/2). O processo se arrastava há quatro meses. Nos bastidores do Parque São Jorge se tem como certo um amplo acordo costurado dentro do grupo que estava rachado e governa o clube desde 2007 quando Andrés Sanchez se elegeu sucessor de Alberto Dualib. Sanchez terá mais peso na gestão de Andrade, cujo mandato acaba apenas em fevereiro de 2018.
Rodada de abertura do Paulistão 2017 deixa claro a disparidade entre as quatro grandes forças do campeonato. Santos […]
Quando Raí destruiu o Barcelona em 1992, Zico esfarelou o Liverpool em 1981 e Renato Gaúcho pulverizou o Hamburgo em 1983, e tantos outros chamados de heróis levaram seus times ao título, nenhum torcedor em nenhum canto do planeta estava preocupado se a Fifa reconheceria aquela façanha de campeão do Mundial de Clubes. Vencedores celebravam a conquista, perdedores choravam a derrota. Sul-americanos e europeus, não importa aqui a ordem. Eram sim senhores os campeões do mundo, mesmo que a taça não tivesse o timbre da Fifa, muito menos se o papel frio dos documentos não atestasse a idoneidade do jogo entre clubes da América e da Europa. Ninguém dava a mínima para a Fifa.

Dez vezes Corinthians na Copa São Paulo de Juniores, em 18 finais. Não é para qualquer um. Levantar a taça da Copinha virou uma doce rotina. A décima chegou com a vitória por 2 a 1 contra o surpreendente Batatais nesta quarta-feira (25/1). A cada título, uma fornada de bons e ótimos meninos de talento. Nesta edição de 2017, surgiu a geração dos “inhos”. Diminutivo nos nomes, aumentativo no talento. Carlinhos, 19 anos, o centroavante grandalhão, Pedrinho, 18, o meia com pinta de craque, Marquinhos, 18, outro meia dos gols decisivos. Esse trio dos “inhos” e mais Mantuan e Fabricio Oya têm tudo para fazer carreira no time de cima, desde que, claro, os cartolas não coloquem obstáculos como de costume.
