Corinthians e Palmeiras saem na frente da concorrência em busca de reforços para temporada de 2017. Sem esperar o encerramento do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, os dois rivais anunciam até sexta-feira a contratação de atacantes e meias. Nomes conhecidos e promessas. Nenhum assombro, apenas bons nomes.

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Corinthians se acalma dentro de campo com a vitória diante do lanterna América-MG. Evidente que não fez mais do que a obrigação, ao jogar em casa contra o pior time do campeonato. Mas a tranquilidade aparente vem da estreia sem sobressaltos de Oswaldo de Oliveira. Treinador rejeitado pela torcida teria de recomeçar sua história no clube sem sofrer. Funcionou. Na quarta-feira, em Minas, terá um duro teste contra o Cruzeiro valendo vaga nas quartas de final da Copa do Brasil – no jogo de ida Corinthians venceu por 2 a 1. Se avançar, Oswaldo vai ganhar alguns créditos com a Fiel e tocar sua vida. Enquanto isso, bastidores no clube fervem.

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Oswaldo de Oliveira assumiu o comando do time do Corinthians nesta sexta-feira (14/10) falando grosso. Disse que quem ama não vaia, em busca do apoio da torcida. Voltou ao passado, fim dos anos 90 e começo dos 2000, quando ganhou tudo no time da Fiel. Há pouco mais de um mês, Ricardo Gomes retornava ao São Paulo por ter sido importante ao clube lá por volta de 2009, momento de júbilo no Morumbi. E o que dizer de Celso Roth no Inter e Renato Gaúcho no Grêmio? De identidade com os clubes gaúchos, dirigem os dois times com o coração da história e incertezas de um futuro breve. Futebol no Brasil não consegue tirar algemas do passado.

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Oswaldo de Oliveira recebe o Corinthians de Fabio Carille ainda com chance de brigar por uma vaga na Copa Libertadores 2017. Na despedida do interino, o time venceu o Santa Cruz de virada por 4 a 2, chegou aos 45 pontos, na oitava posição da tabela e bem perto do G-6. Quem olha o placar elástico pode se iludir. Ainda sob os efeitos da sequência de seis rodadas sem vitórias, o alvinegro jogou para o gasto. Oswaldo, como já se esperava, vai ter muito trabalho.

esporte-oswaldo-oliveira-corinthians-20161011-001Oswaldo de Oliveira assume o Corinthians nesta quinta-feira (13/10), um dia depois de deixar o Sport à beira da zona de rebaixamento do Brasileirão com a derrota por 3 a 0 para a Chapecoense. Em baixa na carreira, é de se perguntar o que Oswaldo vai fazer nesta sua volta ao clube?

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Vanderlei Luxemburgo voltou da China em junho ao ser demitido do Tianjin, da Segunda Divisão. Estava quieto até o fim de setembro. De repente, em apenas uma semana neste início de outubro, provocou um furacão com declarações polêmicas envolvendo Felipão, corrupção no futebol chinês e Pep Guardiola. E entrou no radar de São Paulo, Corinthians e Santos, clubes enroscados com seus treinadores no Brasileirão-2016. Seu nome sofre forte rejeição nas torcidas dos três clubes, indicam sondagens nas redes sociais.

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Gustavo chegou ao Corinthians na primeira semana de setembro, contratado do Criciúma. No clube de Santa Catarina era conhecido por “Gustagol”, tamanho apetite como mandava a bola para as redes na Série B do Brasileirão. Marcou 11 gols e desfrutava da artilharia da Segundona. Ao ser apresentado no Corinthians, recebeu a camisa 9. Lembraram a ele, na coletiva de imprensa, que um dia aquela camisa havia sido vestida por Ronaldo Fenômeno. Gustavo, mas pode chamar de “Gustagol”, chorou. Era um sonho da vida dele, aos 22 anos, usar um manto do seu ídolo Ronaldo. Tempo passou. Gustavo completou 9 jogos com a consagrada camisa e nada de meter um golzinho.

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Corinthians já deve antecipar o fim do expediente e fechar para balanço nesta temporada. Sem recursos técnicos e comandado por um treinador interino, decepcionou mais uma vez no Itaquerão e chegou a seis jogos sem vencer no Brasileirão ao empatar por 0 x 0 com o Atlético-MG, desfalcado de dez jogadores importantes. Bom para o time de Minas, que só se defendeu e saiu feliz com um ponto fora de casa.

 

Presidentes de Palmeiras e Corinthians concederam entrevistas coletivas neste início de noite de terça-feira (04/11). Paulo Nobre, sereno, discorreu sobre a vitória do clube na corte arbitral contra a WTorre na venda de cadeiras do Allianz Parque, da paz política no Palestra e do bom futebol do time de Cuca. Roberto Andrade, um pouco tenso, falou dos problemas financeiros, baixo rendimento do time de Carille e da turbulência política interna. Nobre parecia no céu e Andrade fugindo do purgatório.

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Decisão da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) de aumentar o números de clubes brasileiros na Copa Libertadores de 2017, de 5 para 7, interfere diretamente no atual Brasileirão. O G-4 passa a ser G-6 e vira do avesso o campeonato nacional. Clubes que lutavam para não cair têm agora chance de conquistar uma vaga na competição internacional. É um afronta ao regulamento e chama atenção o interesse dos cartolas em apressar as mudanças.

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Vanderlei Luxemburgo, 64 anos, estava longe da mídia desde que voltou da China, após ser demitido do Tianjin Quanjian, há pouco menos de quatro meses. Neste período recebeu sondagens de clubes brasileiros e continua na pauta de times paulistas. Ainda atendeu a um chamado de Tite para trocar opiniões a respeito da Seleção Brasileira. Nesta sexta-feira (30/9), o treinador participou do programa Donos da Bola, apresentado pelo ex-jogador Neto, na Band. Disse que o Palmeiras está um pouco acima de Flamengo e Atlético-MG na corrida pelo título, elogiou, e muito, Gabriel Jesus, defendeu Cuca na “briga” com Rafael Marques e negou que tenha sido sondado pelo Corinthians.

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Corinthians entra naquele período de mais dúvidas do que certezas. Patina no Brasileirão, continua sob comando de técnico interino, sempre à espera da espada a cortar sua cabeça, e começa a se sentir abandonado por sua torcida. E o futuro na Copa do Brasil, possível salvação da temporada, também provoca mais pontos de interrogação. Por isso, a vitória por 2 a 1 diante do Cruzeiro no Itaquerão não deve ser encarada como um recomeço. No jogo de volta, o time de Minas entra vivo e com perspectivas de eliminar o rival paulista.

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Palmeiras, Cruzeiro, Juventude e Internacional decidem em casa os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil, como mostrou o sorteio dos jogos na CBF nesta sexta-feira (23/9). Trata-se de uma vantagem considerável em uma competição que leva o campeão à Copa Libertadores de 2017 e ainda paga ao vencedor R$ 9 milhões. Os favoritos a avançar às semifinais, na opinião deste blogueiro, são Palmeiras, Atlético-MG, Cruzeiro e Santos. Os jogos de ida estão marcados para a próxima quarta-feira (28/9).

Corinthians terá um novo treinador se avançar às quartas de final da Copa do Brasil. A decisão da vaga será nesta quarta-feira (21/9) contra o Fluminense no Itaquerão – no jogo de ida deu empate 1 a 1. Se garantir a classificação, os próximos jogos estão previstos para dia 28/9 e 19/10. Tempo de sobra para fechar a contratação de um técnico de peso e apostar tudo na conquista do torneio, que leva o clube à Copa Libertadores e garante o orçamento de 2107. Em situação crítica no Brasileirão, a Copa do Brasil é a corda da salvação.

Palmeiras e Flamengo se consolidam como postulantes ao título e se distanciam, com a bola que têm jogado, de Atlético-MG e Santos, dois times com um pouco de soberba nos momentos decisivos. Corinthians, em queda livre, parece ter abandonado a peleja ao demitir Cristóvão Borges após derrota no clássico no sábado.

 

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Palmeiras fez um clássico de quem briga pelo título e o Corinthians, dos sem ambição e sem força. Posturas diferentes e exemplares do destino dos rivais neste Campeonato Brasileiro. Não por acaso, torcedores se voltaram contra o presidente Roberto Andrade e assessores nos camarotes. Xingamentos, dedos apontados aos culpados e tentativa de agressão. Constrangidos, se encolheram nas poltronas do Itaquerão antes mesmo do intervalo do jogo e demitiram Cristóvão Borges ao final do clássico. Tamanha revolta se explica com a derrota por 2 a 0, a queda de mais de um ano de invencibilidade no Itaquerão e um futuro de incertezas. Quanto ao líder Palmeiras, impecável.

57da2618d26adLimite de Cristóvão Borges no Corinthians é o clássico contra o Palmeiras neste sábado no Itaquerão. Se vencer, a fervura abaixa e o time continua na bica por uma vaga na Libertadores e até na briga pelo título. Se perder em casa, onde ostenta uma longa invencibilidade, sua cabeça será servida na bandeja.

É quase uma queda anunciada. Nem é por pressão de conselheiros – uma artimanha usada nos clubes quando se pensa e deseja trocar de treinador. Trata-se de avaliação mesmo do comando do Corinthians de olho nas provisões de caixa em 2017. 

12 de setembro de 2016 – 12h50 – Veja análises e projeções de temas da 24.ª rodada do Campeonato […]