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Barcelona vai ter de tirar uma diferença de três gols contra a Juventus no Camp Nou para entrar nas semifinais da Champions League. Não é uma tarefa simples. Nem adianta recorrer à virada, remontada como eles dizem na Espanha, em cima do PSG para dizer que sim, é possível.

Primeiro da fila para receber o título de melhor jogador do mundo no fim dessa temporada, Neymar teve uma recaída neste sábado (08/4). Deixou o Barcelona na mão ao ser expulso no jogo contra o Málaga e pode ficar fora do clássico decisivo contra o Real Madrid daqui a duas semanas. Mais que o prejuízo ao time – derrotado por 2 a 0 –, o cartão vermelho aumenta a polêmica sobre as chuteiras de Neymar. Um caso de suspeitas e desnecessário no momento decisivo dos campeonatos na Europa.

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Tite já pode arrumar sua mala para embarcar com destino a Moscou em 2018. A goleada por 4 a 1 em cima do Uruguai no estádio Centenário mostra o tamanho da autoridade da Seleção Brasileira reconstruída por Tite. Todos alicerces se edificaram nesse jogo em Montevidéu. Paulinho, resgatado pelo treinador quando estava abandonado desde 2014, deu o acabamento final com três gols. Neymar completou a conta no sétimo triunfo consecutivo do Brasil nas Eliminatórias desde que a CBF teve a feliz ideia de trocar o comando com a saída de Dunga.

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O mundo não parou para ver o que aconteceu no Camp Nou nesta quarta-feira, 8 de março de 2017. Mas deveria ter parado. Vai ser muito difícil viver outra noite como essa quando o futebol se fez presente na sua plenitude. Carregando uma cruz com quatro gols no jogo de ida em Paris, o Barcelona teria de vencer o PSG por pelo menos 5 a 0 para avançar às quartas de final da Champions League. Mesmo com o Camp Nou impregnado de certeza e esperança, a tarefa seria árdua. E até os 43 minutos do segundo tempo, quando já estava quase tudo consumado, ninguém poderia acreditar na ressurreição do Barça. Como esse time tem Neymar é preciso acreditar em milagres. Aconteceu. Vitória épica por 6 a 1, com digitais do craque brasileiro, e vaga carimbada. Acompanhe essa epopéia.

223_2f08e5ff61fe2012_1024boxFutebol brasileiro perde prestígio na eleição dos melhores do mundo com chancela da Fifa. Desde 2007, quando Kaká levou a Bola de Ouro, nenhum jogador do País desbancou a dupla Cristiano Ronaldo e Messi. Neymar chegou perto em 2015. Acabou na terceira colocação. Minguaram as estrelas. Outro dado interessante se nota na escolha dos 11 jogadores da seleção ideal da temporada. Antes povoada de jogadores do Brasil, hoje emplaca apenas os laterais Daniel Alves e Marcelo.

800Cristiano Ronaldo é eleito o Bola de Ouro da France Football. Falta ainda o prêmio de melhor do mundo a ser concedido pela Fifa em janeiro de 2017. Até a temporada passada, a votação era conjunta entre a revista e entidade na parceria firmada em 2010. De 1956 a 2009, a France sempre elegeu o craque do ano na Europa. A eleição exclusiva da Fifa é mais recente, com início em 1991. Sem entrar no mérito da história, o fato é que Cristiano Ronaldo tem tudo para levar a Bola de Ouro da Fifa também. E os brasileiros? Quando terão nova chance?