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Luiz Antônio Prósperi – 22 março (12h31) – Março chega ao fim com algumas datas marcantes enquanto suas […]

Estaduais precisam passar por mudanças radicais no sistema de disputa e datas de jogos, sob pena de comprometer […]

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29 de dezembro de 2022, só posso dizer o que todo mundo está dizendo: “Muito obrigado, Pelé.”

Na carreira de jornalista dedicado ao futebol tive o privilégio de cobrir sete Copas do Mundo consecutivas. Da […]

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A nova Copa do Mundo com 48 seleções, formatada pelo presidente da Fifa Gianni Infantino, vai ganhar vida em 2026. Ao acrescentar mais 16 países aos 32 participantes do Mundial, a Fifa precisava de atrair candidatos de peso para sediar o evento. Coincidência ou não, uma candidatura tripla ganhou força nesta semana. México, Estados Unidos e Canadá estariam dispostos a bancar a empreitada proposta por Infantino. Três países dividindo a sede do maior evento esportivo do mundo. Nada muito diferente do que já vimos em outras disputas para abrigar uma Copa, quando interesses políticos e financeiros se completam.

Fifa é tradução de dinheiro. Sai presidente, entra presidente e a história não muda. Alguns são afastados por corrupção, outros algemados, uns alijados do poder por embolsar dinheiro alheio. Tudo continua como se nada tivesse acontecido. Nessa ciranda a busca constante por mais grana vem da Copa do Mundo, o maior negócio do esporte de que se tem história. Receitas de uma Copa hoje não ficam abaixo dos R$ 10 bilhões. Por isso a Fifa anunciou nesta terça-feira o inchaço do Mundial de 2026 com 48 seleções – contra 32 que teremos na Rússia em 2018 e no Catar, 202