Grêmio se junta a Santos e São Paulo na consagração de tricampeão da Copa Libertadores. Conquistou seu terceiro título ao vencer o Lanús na Argentina por 2 a 1. Celebra também Renato Gaúcho, campeão como jogador (em 1983) e treinador (em 2017), o único a conseguir esse feito no futebol brasileiro.

Palmeiras e patrocinadora torraram R$ 115 milhões em contratações de jogadores porque tinham dinheiro para gastar. Cuca, desde […]

Sete dos oito clubes que vieram da Copa da Libertadores direto para oitavas chegaram às quartas de final da Copa do Brasil. Grêmio, Palmeiras, Atlético-PR, Atlético-PR, Flamengo, Santos e Botafogo carimbaram a vaga. Nesta quinta-feira, a Chapecoense, que perdeu por 1 a 0 no jogo de ida, recebe o Cruzeiro com boa chance de também avançar.

Palmeiras avança às oitavas de final da Copa Libertadores 2017 e se junta a Santos, Atlético-MG, Atlético-PR, Botafogo e Grêmio, representantes do futebol brasileiro também classificados. Flamengo e Chapecoense ficaram no meio do caminho – clube catarinense ainda tenta recuperar a vaga na Corte Disciplinar da Conmebol.

CBF não defendeu o Palmeiras no Comitê Disciplinar da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e o clube paulista sofreu uma punição mais pesada que o Peñarol nos incidentes da batalha campal em Montevidéu. A sentença determina que o Palmeiras não poderá contar com seus torcedores em três jogos como visitante (oitavas de final, quartas e semifinal) na Copa Libertadores e ainda deve pagar uma multa de US$ 80 mil. Dono do estádio e acusado de promover uma emboscada contra o time brasileiro, o Peñarol foi punido apenas com uma partida com portões fechados e multa de US$ 150 mil.

Queda na fase de grupos da Copa Libertadores tira do Flamengo a possibilidade de faturar R$ 24,5 milhões ao final da competição. Essa seria a premiação paga pela Conmebol que o time carioca teria direito se fosse o campeão, acumulando cotas das oitavas de final até a decisão do título. Como caiu eliminado com a derrota (2 a 1) para o San Lorenzo, da Argentina, na quarta-feira (17/5), vai levar apenas R$ 5,7 milhões pelos três jogos que atuou como mandante nessa fase de grupo. Prejuízo financeiro e um desastre assustador do ponto de vista técnico.

“Tivemos muitas dificuldades para jogar em decorrência do campo. O Palmeiras é um time muito técnico e tivemos muitas dificuldades. Fizemos um bom primeiro tempo até tomarmos dois gols. Depois, quando quisemos jogar, fomos muito atrapalhados pelo campo. Acredito que o campo foi a grande dificuldade. Perdemos muitas bolas e demos o contra-ataque.”

Quem tem um jogador da estirpe de Felipe Melo sabe que não vai navegar a vida inteira em águas calmas. É preciso acompanhar seus movimentos com o cuidado que se anda em uma loja de cristais. Um leve esbarrão pode provocar um enorme prejuízo. Depois, nem tem como recolher os cacos. Desde sempre ele tem sido assim.

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Palmeiras comete um erro quando aceita a premissa de que Copa Libertadores é tradução perfeita de guerra. Ao admitir esse conceito, faz de seus jogos batalhas desnecessárias. Usa a força, ansiedade e muito suor quando poderia se impor pela técnica e alta qualidade de seus jogadores, sem se deixar levar pelo anti-futebol dos adversários. Sofre quando deveria ter prazer. A vitória por 3 a 2 contra o Peñarol, nesta quarta-feira, teve tudo isso e ainda um desgaste absurdo diante da incompetência da arbitragem em todos os sentidos.

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Santos ainda está longe do futebol empolgante e entusiasmado da temporada passada. Na sua estreia na Copa Libertadores, recuperou algumas virtudes, alguns ingredientes do repertório de 2016, mas nada assombroso. Penou no primeiro tempo, mostrou autoridade no segundo e colheu um empate (1 a 1) contra o Sporting Cristal em Lima, nesta quinta-feira (09/3). Da exibição no Peru, fica claro que, nessa toada, não vai brigar pelo título continental. Mas é um sinal de vida diante da turbulência e desconfiança que assolam o clube neste início de temporada.

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Palmeiras quis guerra quando era necessário jogar bola na estreia na Copa Libertadores. Nada mais questionável do que encarar a competição continental como algo diferente, de que o jogo físico deve ser valorizado mais do que a técnica. Ao partir para o confronto corpo a corpo contra o modestíssimo Atlético Tucumán, saiu com prejuízo. Perdeu Vitor Hugo com 20 minutos do primeiro tempo e, com um a menos no tablado, deixou de se impor como um pretendente ao título teria de obrigação de fazer. Por isso, o empate por 1 a 1 fora de casa não foi tão ruim, apesar dos poucos recursos do adversário argentino.

4bb9228521b7706f8af0ab6511487c18Palmeiras e Flamengo entram em 2017 da mesma forma como fecharam 2016. O clube paulista leva vantagem diante do carioca, assim como aconteceu no Brasileirão do ano passado. Seja na contratação de reforços, seja nos acordos de patrocínio. Confronto saudável e um bem ao futebol brasileiro neste início de temporada.

Palmeiras vai mudar seu perfil na próxima temporada. Aquele time campeão brasileiro, moldado a trocar passes e fazer do ataque uma avalanche, deve ser mais conservador. Vai perder leveza. A mudança é em função da Copa Libertadores, principal meta do clube em 2017. Contratações do porte de Felipe Melo, Guerra e, provavelmente, do lateral Willian (Internacional de Porto Alegre) e o atacante Borja atendem às exigências de um time mais cascudo, rodado. Falta nesse pacote, um extra-série do porte de Gabriel Jesus.

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Corinthians se reconcilia com sua gente ao se impor diante do invertebrado Internacional. A vitória por 1 a 0 serve como antídoto contra a crise e, sob olhar da torcida com sede de vingança, ajuda a destroçar ainda mais o time gaúcho – um gigante encomendado à Série B de 2017 com todas as honras. Marlone, autor do gol e candidato ao Gol Puskas (o mais bonito do ano), simboliza a noite perfeita desta segunda-feira ao Alvinegro.

oswaldo-de-andrade-corinthians-x-america-mg-16102016_1wraotehtvmw1165rudsdupqwCorinthians ainda tem meios de evitar o desastre nesta temporada de 2016. A única saída é conquistar vaga na Copa Libertadores de 2017, depois da generosa colaboração da Conmebol ao aumentar número de clubes brasileiros na competição. O torneio internacional é garantia de receita extra com cotas de televisão e bônus de premiação. Mais que isso, a certeza de que terá casa cheia no Itaquerão e boas perspectivas de aumentar o faturamento do seu programa de sócio-torcedor. Para que essa equação seja resolvida, o time precisa jogar bola nas três rodadas que restam no Brasileirão. Essa é a encrenca.

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Decisão da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) de aumentar o números de clubes brasileiros na Copa Libertadores de 2017, de 5 para 7, interfere diretamente no atual Brasileirão. O G-4 passa a ser G-6 e vira do avesso o campeonato nacional. Clubes que lutavam para não cair têm agora chance de conquistar uma vaga na competição internacional. É um afronta ao regulamento e chama atenção o interesse dos cartolas em apressar as mudanças.

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Copa Libertadores de 2017 terá mudanças significativas e deve mexer no orçamento dos clubes.De acordo com a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), a competição  poderá ser disputada ano inteiro – de fevereiro a novembro -, quase no mesmo período do Campeonato Brasileiro e ainda abrange o calendário dos Estaduais e Copa do Brasil. Conclusão: os clubes vão investir mais em jogadores e “inchar” seus elencos. 

57da2618d26adLimite de Cristóvão Borges no Corinthians é o clássico contra o Palmeiras neste sábado no Itaquerão. Se vencer, a fervura abaixa e o time continua na bica por uma vaga na Libertadores e até na briga pelo título. Se perder em casa, onde ostenta uma longa invencibilidade, sua cabeça será servida na bandeja.

É quase uma queda anunciada. Nem é por pressão de conselheiros – uma artimanha usada nos clubes quando se pensa e deseja trocar de treinador. Trata-se de avaliação mesmo do comando do Corinthians de olho nas provisões de caixa em 2017