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A CBF é a maior beneficiada com a reviravolta da Seleção Brasileira, a primeira se classificar no campo ao Mundial da Rússia 2018. Sem mover uma palha, apenas com a troca de Dunga por Tite, a entidade conseguiu amenizar a pressão em cima do presidente Marco Polo Del Nero, renovou contratos de patrocínios, deu um golpe nos clubes e se cacifou para vender amistosos da Seleção por uma fortuna. A Globo, antes crítica da Del Nero diante dos resultados ruins da Seleção, também se acalmou e surfa nos altos índices de audiência nos jogos do Brasil.

62636035_topshotargentina27s-lionel-messi-gestures-as-players-of-brazil-celebrate-neymar27s-goal-duLionel Messi, discreto como um monge, está nas manchetes mais uma vez. Na mídia da Espanha se discute a renovação de seu contrato com o Barcelona – vence em 2018 -, em contrapartida com novo acordo entre Cristiano Ronaldo e Real Madrid. Na Argentina, e por tabela, na América do Sul, a pressão em cima do craque ressurge coma delicada situação da sua seleção nas Eliminatórias da Copa de 2018. Messi está com uma tonelada nas costas. Resta saber como vai reagir.

Seleção Brasileira volta ao Mineirão do 7 a 1 com outra cara no duelo contra rival Argentina. Craque […]

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Seleção Brasileira não sentiu a falta de Neymar para assumir a liderança das Eliminatórias da Copa de 2018. Sem grandes sustos, derrotou a fraca Venezuela por 2 a 0 em Mérida. Sem o craque, o time fez tudo certo. Tudo bem que sem muito lustro, sem nada de muito especial, de diferente, mas uma vitória consistente que marca a recuperação do escrete desde a chegada de Tite. Quatro jogos, quatro vitórias. E com um alô de Gabriel Jesus, agora com quatro gols em quatro jogos.

 

neymar-jesus-giuliano-brasil-x-bolivia-061016_16xkmz9z5jem11xgzvuzp4b01vSeleção Brasileira restabelece sua própria hierarquia. Depois de muito tempo de angústia, tédio, tensão e futebol crispado dos tempos de Dunga, voltou à temperatura normal sob o comando de Tite. Trocou o jogo pesado por um mais leve, afeito à troca de passes, dribles, jogo coletivo e, o melhor de tudo, apetite pelo gol. Talvez isso explique os 5 a 0 para cima da Bolívia nesta quinta-feira, válido pelas Eliminatórias da Copa de 2018.

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Um jogo, uma vitória. O que era água virou vinho. Desde a ascensão de Tite no comando da Seleção, logo após o desastre na Copa América Centenário, se espera o resgate da excelência do futebol brasileiro, tão deprimido e entediante bem antes e depois do 7 a 1 da Alemanha. Ao vencer o Equador na casa do adversário nas Eliminatórias da Copa de 2018, a confiança se estabeleceu quase como unanimidade. Diante da Colômbia, nesta terça-feira, se terá uma noção mais exata se o Brasil se reencontrou de fato com a troca Dunga por Tite.