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São Paulo é candidato sério ao rebaixamento a oito rodadas do fim do Brasileirão. Está apenas a três pontos da zona da degola. Pior, não tem como reagir. A derrota por 1 a 0 no clássico contra o Santos escancara, mais uma vez, o quanto o time é desequilibrado. Quando se desdobra com força de vontade e entrega, sucumbe à falta de recursos, em especial na linha de ataque. Torcedor são-paulino sabe que vai sofrer até o fim. E do outro lado, o Santos a cada rodada consolida sua vaga na Libertadores de 2017.

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Vanderlei Luxemburgo voltou da China em junho ao ser demitido do Tianjin, da Segunda Divisão. Estava quieto até o fim de setembro. De repente, em apenas uma semana neste início de outubro, provocou um furacão com declarações polêmicas envolvendo Felipão, corrupção no futebol chinês e Pep Guardiola. E entrou no radar de São Paulo, Corinthians e Santos, clubes enroscados com seus treinadores no Brasileirão-2016. Seu nome sofre forte rejeição nas torcidas dos três clubes, indicam sondagens nas redes sociais.

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São Paulo paga por não ser ousado e por um ataque esquálido. Depois de engatar duas vitórias consecutivas em casa, aliviar a tensão e sonhar com uma retomada no campeonato, caiu diante do Atlético-PR com a derrota por 1 a 0 neste domingo em Curitiba. Mais que o resultado ruim, o jogo deixou clara a falta de perspectiva de um time sem repertório e sem conteúdo. Vai passar as últimas rodadas em flerte absoluto com a zona de rebaixamento. O problema não é um bom dirigente, é ter jogador ruim.

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São Paulo enfim tem um domingo de paz depois de mais de um mês atormentado com resultados ruins, descrédito, crise, invasão de torcedores no CT. A sensação de alívio vem com a vitória contra o Figueirense, rival direto na luta contra o rebaixamento, por 3 a 1 nesta manhã de domingo (11/9) no Morumbi. O resultado manda o time para 31 pontos, quatro a mais que o próprio Figueirense (17º colocado), o primeiro a habitar a zona da degola do Brasileirão-2016.

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São Paulo se meteu num buraco sem fim nesta temporada. Decisões equivocadas de gestão levaram o time a ficar muito perto da zona de rebaixamento e não há no horizonte uma corda de salvação. A chegada de Marco Aurélio Cunha, conselheiro vitalício do clube e ex-dirigente em cargos do alto escalão do futebol, é o atestado do desespero em que o presidente Leco e seus pares se encontram. Conhecedor profundo das entranhas do Morumbi e do poder na CBF, Marco Aurélio não vai tirar o São Paulo dessa situação.