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Gustavo chegou ao Corinthians na primeira semana de setembro, contratado do Criciúma. No clube de Santa Catarina era conhecido por “Gustagol”, tamanho apetite como mandava a bola para as redes na Série B do Brasileirão. Marcou 11 gols e desfrutava da artilharia da Segundona. Ao ser apresentado no Corinthians, recebeu a camisa 9. Lembraram a ele, na coletiva de imprensa, que um dia aquela camisa havia sido vestida por Ronaldo Fenômeno. Gustavo, mas pode chamar de “Gustagol”, chorou. Era um sonho da vida dele, aos 22 anos, usar um manto do seu ídolo Ronaldo. Tempo passou. Gustavo completou 9 jogos com a consagrada camisa e nada de meter um golzinho.

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Corinthians já deve antecipar o fim do expediente e fechar para balanço nesta temporada. Sem recursos técnicos e comandado por um treinador interino, decepcionou mais uma vez no Itaquerão e chegou a seis jogos sem vencer no Brasileirão ao empatar por 0 x 0 com o Atlético-MG, desfalcado de dez jogadores importantes. Bom para o time de Minas, que só se defendeu e saiu feliz com um ponto fora de casa.