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Presidentes de clubes cobram a CBF apenas em dois casos. Primeiro, quando vão dividir a grana e, segundo, ao se sentirem prejudicados por erros de arbitragem. De resto, alisam as mangas do paletó do presidente para tirar um fiapinho de sujeira e, depois, um beijo na face para selar um acordo. Se esbaldam e deixam a TV, dona dos direitos de transmissão dos jogos, ditar as regras e, mais comum nesses dias obscuros no País, apoiar a truculência das forças de segurança dentro e fora dos estádios. É um recibo da mazela.