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Alô, mãe, olha nós aqui na Seleção Brasileira

Tite tem como patente nos clubes que dirigiu o rigor defensivo. Seus times marcavam muito, eram equilibrados, mas ferroavam pouco na hora de balançar a rede. Já foi chamado até de “empaTite”. Quando resolveu beber na fonte do futebol europeu, em estágios e estudos com treinadores consagrados no continente, percebeu que deveria valorizar mais o ataque. Na volta ao Corinthians, em 2015, deu sinais dessa, digamos, ousadia. Na Seleção Brasileira fez o que Dunga não havia imaginado: reunir atacantes rápidos, envolventes e talentosos e, de preferência, jovens. Então descobriu o tridente Philippe Coutinho-Gabriel Jesus-Neymar, o CJN.