Uma Olimpíada nunca acaba

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Passei as últimas sete Olimpíadas dentro da redação de um jornal. Da primeira, em 1988 no Jornal da Tarde, até 2012 no Estadão. Compartilhei o trabalho de reportagens, edição e organização de grandes coberturas desses Jogos ao lado de companheiros valorosos, jornalistas de primeira grandeza. Não raro me emocionei com o trabalho de todos e vibrei ao ver o jornal impresso no dia seguinte e, mais recente, no instantâneo das telinhas dos computadores. Um prazer imensurável.

Dessa vez, em 2016, quando enfim a Olimpíada chegou ao Brasil, não estava mais dentro de uma redação. Acompanhei tudo da sala de casa, ao lado do meu filho e da minha mulher. A cada imagem na televisão, procurava os velhos companheiros jornalistas dando duro em busca da informação e das fotos mais espetaculares. E vibrava, mesmo que no íntimo, ao vê-los ali na luta. Era como se eu estivesse lá. Me senti honrado. Muitas vezes me emocionei um bocado.

Ao longo desses 16 dias de Jogos do Rio registrei neste Blog do Prósperi momentos que entendi mais relevantes da Olimpíada. Um passo a mais nesta minha longa carreira de jornalista de esportes. E não poderia encerrar essa “cobertura” com cenas emblemáticas  de atletas, do Rio e da sempre valente imprensa.

Ao nosso senhor das três medalhas a remar uma canoa

Isaquias-Queiroz-Foto-Reprodução-Twitter-@Brasil20161

Aos dois mitos 

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Aos coleguinhas que ralaram nesta instigante cobertura dos Jogos

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Ao Rio de Janeiro

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E, por fim, como este blog é dedicado ao futebol, aos medalhistas da bola

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Vamos em frente, 2020 vem aí, e Tóquio é logo ali.

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