Caminho do Brasil até o Hexa tem todos artilheiros da Copa pela frente

imagem IA – criada no Google Gemini

Luiz Antônio Prósperi, de Morristown, 1 julho 2026 (19h11)

Carlo Ancelotti franze a sobrancelha só de pensar o que terá pela frente se o Brasil avançar até a final da Copa 2026. Nesta ordem, Haaland, Harry Kane, Lionel Messi e Mbappé. Os quatro atacantes somam 22 gols, entre a fase de grupos e o primeiro mata-mata até aqui. Por isso, meu caro Carletto, é melhor armar estratégias contra esse paiol explosivo de gols e baixar a sobrancelha.

Logo nas oitavas de final, domingo (05/7), no Brasil x Noruega, a encrenca responde pelo nome Erling Haaland. O Viking de 1m94 tem cinco gols, vice-artilheiro da Copa ao lado de Harry Kane. Como barrar um gigante desse?

Por falar em Harry Kane, o sujeito inglês manda avisar que tem muita munição para gastar. Nesta tarde de quarta-feira (01/7), a Inglaterra perdia de Congo por 1 a 0, a dez minutos do fim do jogo. Kane diz não. Faz os dois gols da virada dos ingleses por 2 a 1 e leva o English Team às oitavas de final – vai jogar contra o México. Os dois gols alçam Kane a ser um dos vices-artilheiros da Copa, agora com cinco gols.

No caso de o Brasil avançar às quartas de final, enfrentará o vencedor de Inglaterra x México. É por isso que a tempestade Kane pode aparecer pela frente do escrete.

Então já teremos enfrentado Haaland e Kane, cinco gols cada um, em nosso caminho. Os dois andam atrás de Messi nesse momento –  Argentina ainda não havia enfrentado Cabo Verde na fase 16 avos.

Messi tem seis gols. É o artilheiro da Copa do lado de Kylian Mbappé. Mais um goleador, e que goleador, na estrada da Seleção Brasileira rumo ao tal Hexa.

Isso porque análise fria da trajetória da Argentina prevê a chegada pelo menos até as semifinais da Copa, tamanha diferença técnica com seus rivais no chaveamento do mata-mata.

Voltamos ao Brasil de forma hipotética. Vence a Noruega nas oitavas. Derrota Inglaterra nas quartas e alcança as semifinais justamente a enfrentar Argentina de Messi.

Passando pela Argentina, Seleção Brasileira estaria na final da Copa deixando tombados os artilheiros Haaland, Kane e Messi.

E aí teríamos a encrenca final: Kylian Mbappé. Como a França está do outro lado da chave, o Brasil só pegaria os franceses na decisão da taça.

É solar, cristalino, enxergar a França como finalista dessa Copa 2026. Mbappé, nesse momento, é o artilheiro do Mundial ao lado de Messi. Cada um tem seis gols. Sabe-se lá quantos gols mais Mbappé pode anotar até a grande decisão dia 19 julho em New Jersey?

Haalan, primeiro; depois, Kane; Messi em seguida; e Mbappé no fim dessa história. É muito míssel apontado ao Brasil, caro Ancelotti.


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