Luiz Antônio Prósperi – 15 novembro 2025 (15h01) –
Seleção Brasileira vence amistoso contra Senegal por 2 a 0, neste sábado (15/11), em Londres, na penúltima data-Fifa antes da Copa do Mundo 2026. Resultado nem teria tanta importância assim. Pesava mais as observações de Carlo Ancelotti. Eder Militão receberia nota alta atuando de lateral-direito? Quarteto ofensivo com Estevão, Matheus Cunha, Vini Jr e Rodrygo seria aprovado? E como funcionaria o sistema defensivo em um time estruturado mais a atacar a se defender? Essas questões foram bem resolvidas no primeiro tempo. Todos aprovados, sem louvor, no teste. Senegal, de alguma qualidade técnica, não deu muito trabalho. No segundo tempo, a história se confirma. Boas notícias para Ancelotti.
A vitória começa com belo gol de Estevão, aproveitando rebote sem querer da defesa senegalesca em lance de Casemiro. E se consolida no gol de Casemiro em jogada ensaiada na cobrança de falta no setor direito.
E não foi só isso. Chamou atenção a presença constante de Bruno Guimarães em lances de ataque e até de Casemiro. Enquanto lá atrás o lateral Alex Sandro pouco saía. Atuava mais como um terceiro zagueiro para que os volantes avançassem. Boa postura, mas nada de outro mundo. Seleção Brasileira 2 a 0.
No segundo tempo, Ancelotti perde zagueiro Gabriel Magalhães logo no início. Manda lateral-direito Wesley, ex-Flamengo e hoje na Roma, a campo. Militão sai da zaga e volta a ser zagueiro ao lado de Marquinhos. Na linha de frente, Carletto troca Matheus Cunha por João Pedro. Senegal avança e abre as fronteiras ao contra-ataque do Brasil. Vini não dá o toque final em dois contragolpes do Brasil. Mas sustenta os dois gols de vantagem, mesmo com um vacilo imperdoável do goleiro Ederson em saída de bola com passe lateral.
Nos minutos finais do amistoso, como manda a cartilha de um técnico italiano, Carletto troca jogadores reforçando sistema defensivo. E não sofre. Brasil vence e manda um bom recado aos concorrentes na Copa. Sem euforia, é claro.





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