Luiz Antônio Prósperi – 21 março 2026 – (23h16) –

São Paulo reclama da arbitragem nos últimos clássicos contra o Palmeiras. Não sem razão. A encrenca, porém, não é o homem do apito. Há uma diferença enorme entre os dois times de um tempo para cá. E ficar estacionado nos erros dos árbitros é assumir a pequenez. Perdemos. Choramos. Arbitragem tendeciosa. O vento leva as angústias para bem longe. São Paulo precisa, urgente, encarar a realidade. Palmeiras hoje é superior, está no topo da escada de mil degraus. Neste sábado (21/3), no Morumbi, a noite não poderia ser mais cristalina. Palmeiras 1 a 0 São Paulo. Sem muito esforço.

Primeiro tempo, todo do time de Abel Ferreira. Mais ainda com o gol logo aos seis minutos: Arias, em virada de contra-ataque de Flaco Lopez, faz o gol e estabelece hierarquia no clássico. Do gol até o encerramento da primeira parte do jogo, Palmeiras joga como lhe convém. E por duas vezes poderia ter ampliado a vantagem. Não amplia por fraquejada de seus atacantes.

No segundo tempo, São Paulo vem com vontade, mas sem repertório e gente qualificada ao serviço. Palmeiras marca e marca e faz o tempo escorrer. Solar a diferença técnica entre os oponentes. Vitória do melhor, do mais capacitado. E dessa vez, não dá pra reclamar da arbitragem.

Era questão de honra ao Tricolor vencer. Mas o goleiro Carlos Miguel nem sujou o uniforme.

Portanto…

… Não é o juiz, São Paulo. É o Palmeiras. Líder isolado do Brasileirão com 19 pontos em oito rodadas.


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