Luiz Antônio Prósperi – 24 março 2026 (11h43) –

Carlo Ancelotti encontra um novo velho caminho para recolocar a Seleção Brasileira rumo ao Hexa. A descoberta do italiano: o Carnaval. Sim, o Reinado de Momo. Enquanto faturava uns caraminguás de patrocinadores acompanhando o carnaval em Salvador, São Paulo e Rio em fevereiro, Ancelotti percebe que dali poderia sair a matriz da Seleção Brasileira: alegria, energia, talento e organização.

“Muito importante o DNA da seleção. O DNA do Brasil é talento, energia e alegria. Quero comparar o futebol brasileiro com o carnaval. O carnaval era novo para mim, eu entendi que tem muita energia, alegria, arte, talento. E muita organização. Organizar todos os carros, com o tempo correto, tudo isso temos que colocar na seleção. Alegria, energia, talento e organização”, explica Ancelotti em entrevista a Galvão Bueno no SBT.

Taí. Para quem criticou o treinador italiano quando ele pulava de camarote a camarote nas passarelas do samba vestindo camisetas patrocinadas, a resposta vem agora. E seu compromisso é fazer da Seleção um Carnaval.

Associar talento e energia, alegria e organização, eis o desafio.

Por isso fica fácil aceitar sua pretensão de formar o time do Brasil com quatro atacantes.

Talento e alegria. De imediato com Estevão, Matheus Cunha, Vini Jr e Raphinha.

Energia e organização. Dois perdigueiros mais atrás: Casemiro e Bruno Guimarães. Quatro defensores sem arroubos de avançar além da linha de meio de campo – Eder Militão, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos (Alex Sandro).

Nos amistosos contra França e Croácia no fim deste mês de março, a ideia do Carnaval é prioridade nos planos de Ancelotti. A encrenca é o número de jogadores fora de combate.

Arrisco aqui uma escalação no jogo diante dos franceses, desde que não se acumulem mais baixas por lesões ou o famoso controle de carga:

Ederson, Danilo (Flamengo), Marquinhos, Bremer e Wesley (Roma); Casemiro e Danilo (Botafogo); Endrick, Matheus Cunha, Vini Jr e Raphinha.

Palpites à parte, vamos ver se a Seleção Brasileira vai fazer um carnaval em cima dos lés franceses: Mbappé, Dembelé, Ekikité, Doué, Olise, Akliouche, Kanté, Koné…

E Neymar? Bom, como estamos falando de carnaval, que tal Neymar de fraque e cartola numa mesa de pôquer no alto do maior carro alegórico da Seleção?


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