Luiz Antônio Prósperi – 2 maio 2026 (13h15) –
Paulinho volta a jogar futebol neste sábado (02/5) após longos 300 dias afastado. Atacante do Palmeiras vem de duas cirurgias por estresse na canela. Rodrygo do Real Madrid perde a chance de disputar a Copa do Mundo 2026 por esgarçar os ligamentos do joelho. Estevão, atacante do Chelsea, está sob o manto das trevas com músculos da coxa descolados do osso. Aos 19 anos, deve ver a Copa pela televisão. Seria titular da Seleção Brasileira como Carlo Ancelotti queria. Eder Militão, músculos avariados, não vai ao Mundial. A esses brasileiros se juntam um punhado de jovens de outras nacionalidades, jogadores talentosos, que também estão fora da Copa por causa de lesões graves.
Rupturas dos ligamentos cruzados nos joelhos, ruptura dos tendões de Aquiles, ruptura no músculo bíceps femoral da coxa, fratura por estresse, fratura na clavícula (Arrascaeta), fratura na face (Modric). Todos esse males do futebol, na maioria em jogadores jovens, se multiplicam e chamam atenção de especialistas em medicina do esporte. Destroem mentes de meninos saindo da puberdade em busca do sol no horizonte milionário do futebol.
O preço a pagar do bem-estar mundo da bola está caro. Cada vez mais caro.
Me pergunto, sem aprofundar, até por falta de conhecimento, de onde vem tanto sofrimento dos jogadores?
Não está na hora de o futebol mudar de conceito?
E mais: para que tanta intensidade no ritmo de jogo? Correria desenfreada por espaços para ter a bola nos pés vale tanto sacrifício?
O jogo não poderia ser mais cadenciado a favor de dribles e jogadas geniais, artísticas?
Esses questionamentos não terão respostas. Correria e intensidade igualam talentosos e medíocres. Tem vantagem quem tem mais força física.
E o futebol se transforma em um jogo chato. Não se baila, se luta livre.
Guardada a modéstia, vai aqui um pedido: Pelo fim da intensidade no futebol.
E que apareça um técnico, treinador corajoso, para subverter essa ordem mundial dando a seu time um novo jeito de se jogar futebol. Arte contra o físico, onde a saúde de nossos meninos bons de bola seja preservada.
Quem se habilita?
Veja o que diz a Inteligência Artificial a respeito das distâncias percorridas e velocidade dos jogadores no futebol em 2026:
Um jogador de futebol profissional percorre, em média, 9 e 13 km por partida (90 minutos), com a maioria dos atletas situando-se por volta de 10-11 km. Essa distância varia conforme a posição: meio-campistas correm mais (10-13 km), enquanto atacantes e zagueiros percorrem distâncias ligeiramente menores, focando em alta intensidade.
Intensidade: A maior parte dessa distância é percorrida em trotes ou caminhadas, mas com piques de alta velocidade e explosão.
Diferença de cenários: Na Europa, as médias podem chegar a 14 km, enquanto no Brasil a média costuma ficar entre 7 e 11 km.
Velocidade máxima: Jogadores de elite podem atingir velocidades superiores a 35-40 km/h em sprints curtos.
Exemplos: Meias como Modric podem cobrir cerca de 8,5 km, enquanto atacantes como Cristiano Ronaldo (aos 39 anos) mantiveram médias de 9,17 km por jogo.




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