Luiz Antônio Prósperi – 2 junho 2026 (09h05) –
Seleção Brasileira está nos Estados Unidos, palco da Copa do Mundo 2026. No desembarque, por volta das 8h30 (horário de Brasília), a delegação com 91 integrantes, entre jogadores, comissão técnica, dirigentes e funcionários da CBF, chega com uma bagagem de cerca de dez toneladas. A mais pesada delas é a preocupação com a recuperação de Neymar. E a mais leve é nova composição do time com os reservas pedindo passagem.
Descarregar as dez toneladas – entre equipamentos de futebol, saúde e alimentação – não chega a ser um sacrifício. Trabalho mesmo ficará nas costas da equipe médica da Seleção para deixar Neymar na ponta dos cascos até o dia 12, véspera da estreia do Brasil na Copa. É o Dia D para se saber se o craque terá ou não condições de disputar o Mundial. No dia 13, Brasil inicia sua travessia enfrentando Marrocos no estádio MetLife em New Jersey com a expectativa de voltar a esse mesmo estádio no dia 19 de julho na final da Copa.
Enquanto isso, Carlo Ancelotti tem sarna para se coçar. Como reorganizar a Seleção Brasileira após a extraordinária exibição dos reservas no segundo tempo do amistoso contra o Panamá, domingo (31/5), no Maracanã?
Danilo Santos, Paquetá, Igor Thiago se inscreveram como candidatos a entrar no time titular. Sem falar nos garotos Endrick e Rayan, 19 aninhos cada um.
Ancelotti tem pelo menos 11 dias no território de Trump para ajustar a engrenagem com essas novas peças. E, ao mesmo tempo, lubrificar o motor com Neymar.
Assim começa a aventura da Seleção Brasileira na Copa. Desembarca com a bagagem de dez toneladas nos EUA neste 2 de junho com a missão de voltar ao Brasil dia 20 de julho bem mais leve, apenas com uma peça de ouro pesando 6,175 quilos – a taça de campeão do mundo.
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