Luiz Antônio Prósperi, de Morristown, 16 junho 2026 (23h39)
Messi estreia na Copa 2026 e já coloca o mundo de baixo do braço. Ou melhor, a seus pés. Três gols na vitória da Argentina por 3 a 0 contra Argélia em Kansas City. Agora ele soma 16 gols, mesmo número do alemão Miroslav Klose. Os dois dividem o privilégio momentâneo de ser o maior artilheiro da história das Copas do Mundo. É de se pensar até onde Messi pode chegar. Se Argentina for à final, esse gênio miudinho terá mais sete jogos pela frente. Se fez três na estreia, quantos mais não poderá marcar até o desfecho da Copa?
Impossível projetar. Messi é capaz de tudo e além de tudo. O futebol não cabe mais no seu corpo e mente. Messi é o próprio futebol.
Por isso continuem a imaginar até onde ele vai. Certo é que Lionel tem apenas a passagem de ida. Não tem a de volta. Não existe regresso. Diria, Messi está além da imaginação.
Mas era a Argélia. Adversária fraquíssima. Não importa. Jogador grande encara os fracos e os fortes de forma destemida. Sem medo de fraquejar e com muita gana de vencer sempre. Escrever seu nome jogo a jogo.
Até mesmo a solada no argelino Maudi no primeiro tempo, quando estava 1 a 0, que poderia gerar cartão amarelo ou vermelho, apaga o feito de Messi em Kansas City.
Bem-aventurada Argentina. Só ela tem esse senhor de 38 anos, camisa 10 por excelência, um astro de outra constelação jogando entre os comuns.
As outras seleções que cuidem de suas joias. Tratem com todo zelo possível seus Neymar, Mbappé, Cristiano Ronaldo… dos pimpolhos Haaland, Yamal, Musiala, Endrick.
Quem sabe um deles possa fazer cosquinha em Messi, Lionel Messi.

Descubra mais sobre PRÓSPERI NEWS
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.


RSS - Posts