Luiz Antônio Prósperi, da Philadelphia, 19 junho 2026
Brasil vence Haiti por 3 a 0 na Philadelphia. Assume o primeiro lugar do Grupo superando Marrocos no saldo de gols. A sensação é de que faltaram mais gols na cidade de Rocky Balboa. E pode comprometer a posição da Seleção Brasileira na primeira fase
A vitória tem aspectos interessantes: a volta de Matheus Cunha, autor de dois gols, jogador de muita importância na formação tática do escrete na Copa. Tem ainda bom desempenho do meio-campo com Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá. E a rampa do futuro com e as estreias de Rayan e Endrick.
Teimoso, Ancelotti inicia o jogo sem mudanças radicais na Seleção Brasileira. Troca Ibañez por Danilo na lateral-direita e Igor Thiago por Matheus Cunha no comando do ataque. O mundo pedia Endrick.
Para complicar um pouquinho mais, uma hora de o Brasil entrar em campo, Marrocos derrotava a Escócia por 1 a 0, em Massuschets, assumindo a liderança do Grupo C com quatro pontos – saldo de um gol positivo. Ou seja, Seleção de Ancelotti teria de vencer Haiti e por boa margem de gols para garantir o primeiro lugar do grupo.
Primeiro tempo começa favorável ao Brasil. Muito por questões técnicas e tática dos haitianos permitindo boas tramas combinadas entre Bruno Guimarães e Raphinha no setor direito e Paquetá e Vini na esquerda. E compacta quando atacada. Dessa vez Casemiro na frente da zaga auxiliado por Bruno e Paquetá. Sem falar nos dois laterais Danilo e Douglas Santos mais marcadores a apoiadores do ataque.
O jogo se oferece a Paquetá e Bruno Guimarães. Os dois recebiam a bola da defesa e acionavam Raphinha e Vini nas costas da zaga haitiana. Na maioria das vezes com território livre até no limite de frente a frente ao goleiro Johny Palace. Evidente que a movimentação de Matheus Cunha era vital às manobras ofensivas do escrete.
Haiti concede e não consegue inibir o jogo do Brasil. Não se fecha. Seria natural a sequência de gols seguindo o curso natural do rio.
Matheus Cunha belisca dois, aos 23 e 36 minutos. Vini Jr fecha a conta do primeiro tempo marcando o terceiro, aos 48 minutos.
A baixa dos. 45 minutos iniciais vem da perda de Raphinha saindo machucado. Garoto Rayan, 19 anos, ganha a vaga. Não seria Luiz Henrique, reserva imediato de Rpahinha? Endrick não poderia fazer uma fumaça por ali?
Segundo tempo, Haiti aperta o passo. Cria alguns embaraços ao Brasil e poderia até fazer um gol – parou em boa defesa de Alisson.
Aí Ancelotti, enfim, provoca um enorme frisson nas arquibancadas. Entram Martinelli e, ele, sim, Endrick, aos 19 minutos. Saem Paquetá e Matheus Cunha. O ataque verde amarelo dos garotos Rayan e Endrick e mais Vini.
Brasil doma Haiti aos poucos. Acalma o jogo e aposta suas fichas nas arrancadas dos meninos e Vini. Velocidade e fome de gol.
Endrick carimba a rede na primeira chance que tem, mas estava impedido.
A dez minutos do fim da partida, entram Danilo Santos e Ederson, saem Vini e Bruno Guimarães.
Seleção Brasileira precisava de pelo menos mais um gol para engordar o saldo na disputa com Marrocos pela liderança do grupo. Não deu.
Brasil tem 4 gols a favor e um contra. Marrocos tem 2 a favor e um contra. A briga é boa.
acompanhe tudo da Seleção Brasileira no canal YouTube: www.youtube.com/@prosperinacopa
Descubra mais sobre PRÓSPERI NEWS
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

