Luiz Antonio Prósperi – 8 agosto (16h30)

Palmeiras, Flamengo e Botafogo esquecem futebol e batem pesado na arbitragem da CBF após rodada da Copa do Brasil. CBF não responde. Aguarda protesto oficial dos clubes. Nada de novo futebol brasileiro. “Arbitragem na UTI” (Botafogo). “Obscena foi a arbitragem”  (Palmeiras). “Não sabemos onde vai parar arbitragem do Brasil” (Flamengo).

Acompanhe as queixas dos três clubes no muro das lamentações:

Thairo Arruda, CEO do Botafogo, diz que o clube vai na CBF reclamar da arbitragem comandada por Rafael Rodrigo Klein no jogo contra Bahia. Gregore, volante do time carioca, saiu expulso. Botafogo foi eliminado na Copa do Brasil.

“Amanhã (08/8) faremos nova representação na CBF contra esse absurdo presenciado na Fonte Nova. Mas assim como nas ultimas três vezes, não irão responder e vão passar pano para mais uma péssima arbitragem. As suas competições (Copa do Brasil e Brasileirão) estão na UTI, CBF. Parabéns”, ironiza o CEO do clube carioca.

Marcos Braz, diretor de futebol do Flamengo, bate no VAR da CBF, após derrota do Flamengo (1 a 0) para o Palmeiras e classificação às oitavas de final da Copa do Brasil.

“Não adianta mais reclamar, mas graças a Deus estamos reclamando em cima de vitórias e classificações, porque se o Flamengo não estivesse classificado, não iria reclamar em público. Iria fazer o processo interno de clube à CBF, mas como continuamos a ganhar os jogos, ou como hoje que perdemos e classificamos, me deixa tranquilo de reclamar mais uma vez”.

“Não sei onde vai parar, aliás, não sei onde vai parar a arbitragem… Mais uma vez, o que me assusta é o VAR, não é nem o juiz. Porque ele (árbitro) pode estar com visão coberta, mas nas imagens é a coisa mas fácil do mundo”.

Leila Pereira, presidenta do Palmeiras, a respeito da expulsão de Abel Ferreira, denunciado no VAR, por gestos obscenos na vitória contra o Flamengo e queda na Copa do Brasil.

“Eu achei que foi uma atitude muito exagerada, e o que nós temos que fazer é nos conformar e tocar a bola para frente. Obsceno foi a paciência do árbitro nas paralisações, nas ceras, isso eu achei obsceno, o pouco acréscimo que se deu, mas eu não gosto de reclamar de arbitragem, pois parece que estou me lamentando, bola para frente, respeito as decisões, mas no caso do Abel achei muito rigoroso”.

João Martins, auxiliar de Abel Ferreira, na coletiva de imprensa pós-jogo contra Flamengo. Árbitro Anderson Daronco está gordo?

“Estávamos preparados. Quando saiu a nomeação (do árbitro), virei para o Barros (Anderson, diretor do Palmeiras) e perguntei ‘mais uma vez esse senhor (Daronco)?’ Parece um padrão. Há dois anos era Wilton Pereira Sampaio. Não tem mais árbitros no Brasil? Árbitros jovens, com qualidade?”.

“Ele (Daronco) tem um comportamento padrão e não deixa o futebol evoluir. Se não consegue e não tem competência, aposenta. Não consegue emagrecer? Aposenta!”

Assim caminha o futebol brasileiro. E La Na Va.


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