Um mês da derrota na Copa do Mundo e continuamos a falar de Neymar

Neymar em fúria – foto: reprodução TV

Luiz Antônio Prósperi – 5 agosto 2026 (12h02)

New Jersey, 5 de julho 2026. Noruega 2 a 1 Brasil. Estávamos eliminados nas oitavas de final da Copa do Mundo nos Estados Unidos.

Um mês depois:

Belém, 4 de agosto 2026. Remo 0 x 1 Santos. Clube paulista avança às quartas de final da Copa do Brasil. Gol do paraense Rony com passe de Neymar.

Meia-hora após o encerramento do jogo, eis aquele que seria a nossa salvação na Copa do Mundo:

Um mês se passou da queda do Brasil na Copa do Mundo 2025.

Carlo Ancelotti, após férias de reflexão com a família no Canadá, retorna ao Rio de Janeiro na última semana de julho. Concede entrevistas a canais de TV e anuncia: a renovação do escrete, o fim da geração Neymar na Seleção, a promessa de dar atenção às seleções de base num trabalho integrado e cobra dos clubes a formação de meio-campistas. CBF avisa que vai se dedicar, entre outras coisas, às seleções dos meninos, a geração da Copa 2030.

E isso é tudo há um mês da derrota em New Jersey.

Ah, tem mais um detalhe.

Neymar pai disse na segunda-feira (03/8) que Neymar filho ainda vai continuar jogando por um bom tempo. E lança a pergunta:

“Você está mal informado (quando questionado por um jornalista sobre o fim de Neymar na Seleção Brasileira). Ele (Neymar) falou: ‘acho que pra mim terminou’. Ele acha. A gente acabou de sair de uma Copa do Mundo que foi difícil para todos. Estamos falando de uma nova Copa daqui a quatro anos e você quer que ele (Neymar) tenha uma resposta hoje?”

Não sei você, mas acho que Neymar cansa até cachorro.


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