Pep Guardiola aceita o colapso do Manchester City após a queda prematura na Champions League. Evidências claras na derrota (3 a 1) para o Real Madrid, quarta-feira (19/2), jogo de humanos (Real) contra zumbis (City). Ao encerramento da partida, Guardiola é questionado a respeito do futuro no clube. Vai ficar? “Sim, sim, sim. Sim, sim. Quero continuar.”
Continuar sim, mas em outra plataforma. Dar início a outro ciclo. Guardiola esclarece seu diagnóstico:
“Quando você termina em 22.º (na fase de grupos da Champions League) é porque você não foi bom. É o ano em que fomos os piores. Não temos o ritmo que o Madrid tem agora. Não há nada a acrescentar, eles foram o melhor time. Você tem que aceitar a realidade.
“No passado talvez tenha doído mais. (Não é) impotência, não. Temos sido um grande time e este ano, por muitas razões, não somos.
“Nós alcançamos algo único em nosso país e na Europa, nós vencemos uma vez e estivemos lá muitas vezes. As decisões (devem) ser tomadas em nível de equipe e por todos e agora nos qualificar entre os quatro ou cinco primeiros (na Premier League) para retornar.”
“… Já começamos a fazer isso (a reconstrução) agora. É normal; as coisas nunca são eternas, é um grupo de jogadores onde alguns já são velhos. Eles nos deram muito e continuarão a dar… nada dura para sempre. Não podemos negar que o que esse grupo de jogadores fez, vencendo seis das sete Premier Leagues, na Europa sempre estando nas quartas de final, semifinais… diz muito sobre o quão bem nos saímos. Nesta competição você joga tudo em dois jogos, fomos sorteados contra um rival muito forte que chegou em um melhor momento da temporada e simplesmente foi melhor .”
Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, sentado em cima de um orçamento de pouco mais de R$ 1 bilhão poderia ajudar Guardiola a iniciar um novo ciclo. De preferência na Seleção Brasileira.





Deixe um comentário