Neymar, estrela solitária do Brasil na lista dos 23 melhores do mundo da Fifa, não vai ficar entre os três finalistas

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Neymar vai pagar um preço alto na corrida para ser o melhor do mundo na eleição da Fifa. Pesa contra o craque brasileiro sua opção de não disputar a Copa América Centenário nos Estados Unidos. Preferiu jogar a Olimpíada do Rio, quando conquistou a medalha de ouro, que tem valor zero na hora de se escolher o bola de ouro da temporada 2016. Outra fator negativo na avaliação de Neymar é o seu comportamento no campo em desabafos contra torcedores e desavenças diante de adversários.

Ainda entra nessa conta a queda do Barcelona nas quartas de final da Champions League ao ser eliminado pelo Atlético de Madrid. Fora da principal competição da Europa, Neymar perdeu terreno na disputa com jogadores em alta como Griezmann (Atlético de Madrid e Seleção Francesa) e Gareth Bale (Real Madrid e Seleção País de Gales), dois expoentes na Eurocopa disputada na França que consagrou Portugal, de Cristiano Ronaldo, campeão.

Na Seleção Brasileira, apesar de protagonista, Neymar acumulou uma série de cartões amarelos. Cresceu com a chegada de Tite ao comando, mas ainda sem tempo de convencer a maioria dos eleitores da bola de ouro.

Cabe lembrar que a Fifa mudou critérios da eleição do melhor jogador do ano. Treinadores e capitães de seleções nacionais terão direito a 50% dos votos. Os outros 50% ficam com 200 jornalistas de países filiados à entidade e votação aberta online de torcedores.

Neymar só tem chance de ficar entre os três finalistas se conseguir convencer seus milhões de seguidores nas redes sociais a declarar voto a seu favor. Na bola, ele não leva.

Veja a lista dos 23 finalistas divulgada nesta sexta-feira (04/11). Apenas Neymar representa o futebol brasileiro, outro indicativo da decadência dos pentacampeões do mundo.

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