Fabio Carille, de aprendiz a campeão brasileiro em apenas uma temporada, não esconde de ninguém que as três […]

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Palmeiras nadou contra correnteza diante de um Internacional aguerrido em busca da salvação. Desde a vitória do Santos contra a Ponte Preta de manhã, assumindo o segundo lugar, se esperava um jogo de alta tensão no Allianz Parque. O líder não tinha outra alternativa a não ser vencer a todo custo o time gaúcho. Era quase uma decisão de campeonato.

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Presidentes de clubes cobram a CBF apenas em dois casos. Primeiro, quando vão dividir a grana e, segundo, ao se sentirem prejudicados por erros de arbitragem. De resto, alisam as mangas do paletó do presidente para tirar um fiapinho de sujeira e, depois, um beijo na face para selar um acordo. Se esbaldam e deixam a TV, dona dos direitos de transmissão dos jogos, ditar as regras e, mais comum nesses dias obscuros no País, apoiar a truculência das forças de segurança dentro e fora dos estádios. É um recibo da mazela.

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Guilherme celebra seu gol, o primeiro do Corinthians – foto: mowapress

Corinthians tinha tudo contra neste domingo no Rio. O adversário era o Flamengo, na briga pelo título, o cenário era o Maracanã com mais de 60 mil torcedores, e a casa ainda não está do jeito que Oswaldo de Oliveira, há uma semana no comando, gostaria de ver. Um enredo que nem sequer o mais otimista corintiano poderia prever um bom resultado. No fim das contas, o time poderia ter voltado com uma vitória não fosse por um erro grosseiro da arbitragem, que validou um gol impedido de Guerrero. Nas adversidades antes da partida, o Corinthians não contava com a falha do juiz.

Análise da 32.ª rodada em cinco temas não pode fugir da polêmica da arbitragem. Críticas de todos os lados e o que mais se ouviu neste domingo foi “juiz ladrão”

Palmeiras teve a rodada perfeita. Venceu o Figueirense e viu seus concorrentes caírem um a um com as derrotas do vice-líder Flamengo, do terceiro colocado Atlético-MG e o empate do Santos, o quarto na tabela. Time de Cuca abre assim quatro pontos em cima do Fla, oito do Galo e nove da equipe de Dorival Júnior. Seria belo aos palmeirenses não fosse a indignação total contra a arbitragem na maioria dos jogos deste domingo. Grito geral de “juiz ladrão” e “vergonha. Acompanhe:

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Palmeiras estava pressionado ao abrir a rodada deste domingo. Distante apenas um ponto do vice-líder Flamengo, ainda no epicentro do furacão da polêmica da arbitragem, a ponto de o presidente Paulo Nobre afirmar que “ninguém vai ganhar o Brasileirão na mão grande”, o time de Cuca venceu o Figueirense por 2 a 1 fora de casa, abriu quatro pontos do time carioca, que perdeu do Inter, e fica muito perto da taça de campeão.

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Palmeiras entra na contagem regressiva do título do Brasileirão ao derrotar o Santa Cruz por 3 a 2 no Recife. Com o resultado, abre três pontos do vice-líder Flamengo, a dez rodadas do fim, e consolida a campanha de mais forte candidato a levantar a taça. No jogo, Cuca iniciou com Zé Roberto na articulação para compensar a ausência de Dudu, suspenso. Funcionou no primeiro tempo – depois Zé voltou a jogar na lateral -, quando ele fez o gol e abriu o caminho da vitória definitiva.

csChávez tirou do São Paulo uma vitória importante na sua corrida contra a zona de rebaixamento no Brasileirão. Aos 38 minutos do segundo tempo, atacante argentino aparece na cara do gol, chuta mal e Alex Muralha defende. Esse gol daria três pontos ao Tricolor, incomodado na parte debaixo da tabela e afastaria um pouco o Flamengo dos calcanhares do Palmeiras. Chávez falhou e seu time continua no doloroso calvário neste fim de temporada.

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Copa Libertadores de 2017 terá mudanças significativas e deve mexer no orçamento dos clubes.De acordo com a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), a competição  poderá ser disputada ano inteiro – de fevereiro a novembro -, quase no mesmo período do Campeonato Brasileiro e ainda abrange o calendário dos Estaduais e Copa do Brasil. Conclusão: os clubes vão investir mais em jogadores e “inchar” seus elencos. 

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São Paulo paga por não ser ousado e por um ataque esquálido. Depois de engatar duas vitórias consecutivas em casa, aliviar a tensão e sonhar com uma retomada no campeonato, caiu diante do Atlético-PR com a derrota por 1 a 0 neste domingo em Curitiba. Mais que o resultado ruim, o jogo deixou clara a falta de perspectiva de um time sem repertório e sem conteúdo. Vai passar as últimas rodadas em flerte absoluto com a zona de rebaixamento. O problema não é um bom dirigente, é ter jogador ruim.