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Futebol tem algo de extraordinário incapaz de ser traduzido aos que não comungam dessa paixão. Não é fácil […]

Daniel Alves tem 34 anos de idade e pode conquistar seu 35.º título no futebol se levantar a […]

Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona e ex-diretor da Nike em negócios com a CBF, está preso em Madri desde terça-feira (23/5) acusado de lavagem de dinheiro. Lionel Messi, sim, o craque dos craques do Barça, e seu pai foram condenados a 21 meses de prisão por causa de três crimes fiscais, em sentença proferida pelo Supremo Tribunal espanhol na quarta-feira (24/5). Cristiano Ronaldo, astro dos astros do Real Madrid, também foi acusado pela Receita Federal espanhola de fraude fiscal de 15 milhões de euros, nesta quinta-feira (25/5). E, por fim, 50 jogos da Segunda B do Campeonato Espanhol estão sob investigação com suspeita de manipulação de resultados. Futebol na Espanha passa pelo crivo da Justiça. Enquanto isso, no Brasil…

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Barcelona vai ter de tirar uma diferença de três gols contra a Juventus no Camp Nou para entrar nas semifinais da Champions League. Não é uma tarefa simples. Nem adianta recorrer à virada, remontada como eles dizem na Espanha, em cima do PSG para dizer que sim, é possível.

Primeiro da fila para receber o título de melhor jogador do mundo no fim dessa temporada, Neymar teve uma recaída neste sábado (08/4). Deixou o Barcelona na mão ao ser expulso no jogo contra o Málaga e pode ficar fora do clássico decisivo contra o Real Madrid daqui a duas semanas. Mais que o prejuízo ao time – derrotado por 2 a 0 –, o cartão vermelho aumenta a polêmica sobre as chuteiras de Neymar. Um caso de suspeitas e desnecessário no momento decisivo dos campeonatos na Europa.

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O mundo não parou para ver o que aconteceu no Camp Nou nesta quarta-feira, 8 de março de 2017. Mas deveria ter parado. Vai ser muito difícil viver outra noite como essa quando o futebol se fez presente na sua plenitude. Carregando uma cruz com quatro gols no jogo de ida em Paris, o Barcelona teria de vencer o PSG por pelo menos 5 a 0 para avançar às quartas de final da Champions League. Mesmo com o Camp Nou impregnado de certeza e esperança, a tarefa seria árdua. E até os 43 minutos do segundo tempo, quando já estava quase tudo consumado, ninguém poderia acreditar na ressurreição do Barça. Como esse time tem Neymar é preciso acreditar em milagres. Aconteceu. Vitória épica por 6 a 1, com digitais do craque brasileiro, e vaga carimbada. Acompanhe essa epopéia.

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Alexandre Mattos estava empolgado na noite de 21 de junho de 2016 no Allianz Parque. Ao lado de Raúl Sanllehí, diretor do Barcelona, em um dos camarotes da arena, o executivo do Palmeiras deitava falação e elogios aos jogadores do clube paulista. Lá embaixo, no campo, Gabriel Jesus, com extrema colaboração de Roger Guedes, destruía o América-MG com dois gols ainda no primeiro tempo. Sanllehí estava de olho em Jesus, objeto do desejo do Barça. Mattos pensava mais longe. Já dava como certa a venda do prodígio. Queria chamar atenção do espanhol para outro diamante. “Raúl, Raúl, você precisa ver nossos meninos, nossa La Masia (referência às categorias de base do Barcelona), você precisa ver o Vitinho, vai ser a nossa próxima joia”. Sanllehí se deliciava com Jesus e se mostrava impressionado com Roger Guedes. “Quem é esse louro? Ele está pronto para jogar na Europa”.

62636035_topshotargentina27s-lionel-messi-gestures-as-players-of-brazil-celebrate-neymar27s-goal-duLionel Messi, discreto como um monge, está nas manchetes mais uma vez. Na mídia da Espanha se discute a renovação de seu contrato com o Barcelona – vence em 2018 -, em contrapartida com novo acordo entre Cristiano Ronaldo e Real Madrid. Na Argentina, e por tabela, na América do Sul, a pressão em cima do craque ressurge coma delicada situação da sua seleção nas Eliminatórias da Copa de 2018. Messi está com uma tonelada nas costas. Resta saber como vai reagir.

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Fifa acaba de esculhambar a escolha do melhor jogador do mundo ao abrir a votação, por meio da internet, aos torcedores. Não que a torcida não tenha de ser consultada, o que pesa contra são os critérios subjetivos na hora de votar. Participação democrática sempre é bem-vinda. O problema é que, em eleições desse tipo, nem sempre se escolhe aquele jogador que tem mais bola. Prevalece a paixão, idolatria. Nesse caso, por ser caladão e introspectivo, Lionel Messi corre grande risco de ficar fora da lista dos três mais votados em 2016. O craque argentino tem cinco bolas de ouro na sua coleção.