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A nova Copa do Mundo com 48 seleções, formatada pelo presidente da Fifa Gianni Infantino, vai ganhar vida em 2026. Ao acrescentar mais 16 países aos 32 participantes do Mundial, a Fifa precisava de atrair candidatos de peso para sediar o evento. Coincidência ou não, uma candidatura tripla ganhou força nesta semana. México, Estados Unidos e Canadá estariam dispostos a bancar a empreitada proposta por Infantino. Três países dividindo a sede do maior evento esportivo do mundo. Nada muito diferente do que já vimos em outras disputas para abrigar uma Copa, quando interesses políticos e financeiros se completam.

Clubes brasileiros perderam o pouco poder que tinham nas decisões da CBF. Perderam por omissão. Sem a participação […]

Quando Raí destruiu o Barcelona em 1992, Zico esfarelou o Liverpool em  1981 e Renato Gaúcho pulverizou o Hamburgo em 1983, e tantos outros chamados de heróis levaram seus times ao título, nenhum torcedor em nenhum canto do planeta estava preocupado se a Fifa reconheceria aquela façanha de campeão do Mundial de Clubes. Vencedores celebravam a conquista, perdedores choravam a derrota. Sul-americanos e europeus, não importa aqui a ordem. Eram sim senhores os campeões do mundo, mesmo que a taça não tivesse o timbre da Fifa, muito menos se o papel frio dos documentos não atestasse a idoneidade do jogo entre clubes da América e da Europa. Ninguém dava a mínima para a Fifa.

Fifa é tradução de dinheiro. Sai presidente, entra presidente e a história não muda. Alguns são afastados por corrupção, outros algemados, uns alijados do poder por embolsar dinheiro alheio. Tudo continua como se nada tivesse acontecido. Nessa ciranda a busca constante por mais grana vem da Copa do Mundo, o maior negócio do esporte de que se tem história. Receitas de uma Copa hoje não ficam abaixo dos R$ 10 bilhões. Por isso a Fifa anunciou nesta terça-feira o inchaço do Mundial de 2026 com 48 seleções – contra 32 que teremos na Rússia em 2018 e no Catar, 202

223_2f08e5ff61fe2012_1024boxFutebol brasileiro perde prestígio na eleição dos melhores do mundo com chancela da Fifa. Desde 2007, quando Kaká levou a Bola de Ouro, nenhum jogador do País desbancou a dupla Cristiano Ronaldo e Messi. Neymar chegou perto em 2015. Acabou na terceira colocação. Minguaram as estrelas. Outro dado interessante se nota na escolha dos 11 jogadores da seleção ideal da temporada. Antes povoada de jogadores do Brasil, hoje emplaca apenas os laterais Daniel Alves e Marcelo.

Kashima Antlers' Yuma Suzuki scores their third goal

Atlético Nacional de Medellín está eliminado do Mundial de Clubes da Fifa no Japão. Sua derrota por 3 a 0 ao Kashima Antlers começa com um gol de pênalti anotado pelo árbitro com essa excrescência de se usar a tecnologia no futebol. Entre o lance da penalidade e a decisão do juiz se passaram mais de 2 minutos, tempo suficiente para sair um gol, um impedimento polêmico ou até mesmo outro pênalti.

800Cristiano Ronaldo é eleito o Bola de Ouro da France Football. Falta ainda o prêmio de melhor do mundo a ser concedido pela Fifa em janeiro de 2017. Até a temporada passada, a votação era conjunta entre a revista e entidade na parceria firmada em 2010. De 1956 a 2009, a France sempre elegeu o craque do ano na Europa. A eleição exclusiva da Fifa é mais recente, com início em 1991. Sem entrar no mérito da história, o fato é que Cristiano Ronaldo tem tudo para levar a Bola de Ouro da Fifa também. E os brasileiros? Quando terão nova chance?

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Neymar vai pagar um preço alto na corrida para ser o melhor do mundo na eleição da Fifa. Pesa contra o craque brasileiro sua opção de não disputar a Copa América Centenário nos Estados Unidos. Preferiu jogar a Olimpíada do Rio, quando conquistou a medalha de ouro, que tem valor zero na hora de se escolher o bola de ouro da temporada 2016. Outra fator negativo na avaliação de Neymar é o seu comportamento no campo em desabafos contra torcedores e desavenças diante de adversários.

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Itaquerão pode ser interditado por causa de um vazamento de 10,1 milhões de litros de água na área de parte do estacionamento da arena do Corinthians. Roberto Andrade, presidente do clube, disse nesta terça-feira que “caso exista qualquer percentual de risco, nós não usaremos o estádio. Isso quem vai atestar é a construtora (Odebrecht)”.

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Fifa acaba de esculhambar a escolha do melhor jogador do mundo ao abrir a votação, por meio da internet, aos torcedores. Não que a torcida não tenha de ser consultada, o que pesa contra são os critérios subjetivos na hora de votar. Participação democrática sempre é bem-vinda. O problema é que, em eleições desse tipo, nem sempre se escolhe aquele jogador que tem mais bola. Prevalece a paixão, idolatria. Nesse caso, por ser caladão e introspectivo, Lionel Messi corre grande risco de ficar fora da lista dos três mais votados em 2016. O craque argentino tem cinco bolas de ouro na sua coleção.

Brasil estreia contra a África do Sul no Mané Garrincha
Neymar no jogo contra África do Sul – Foto: Marcelo Camargo – Agência Brasil

Futebol brasileiro corre risco enorme de cair na primeira fase da Olimpíada nesta quarta-feira no jogo contra a Dinamarca. Seria um desastre do tamanho do 7 a 1. Devastador. Um tiro no coração da instituição Seleção Brasileira, sem credibilidade e em crise permanente desde o fracasso na Copa do Mundo de 2006. Buscar culpados neste momento é de um oportunismo sem propósito. De nada adianta cortar a cabeça de Neymar e servi-la na bandeja.

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